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França

França :novo julgamento de Carlos o "Chacal"

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Ilich Ramirez Sanchez, aliás Carlos, durante o seu julgamento em Paris no dia 28 de Março de 2017 pelo atentado no Drugstore Publicis. Benoit PEYRUCQ / AFP

Carlos "o Chacal, o autoproclamado "revolucionário profissional", tinha depositado um recurso, depois de ter sido condenado à prisão perpétua em Março de 2017, pelo atentado cometido no antigo Drugstore Publicis de Paris. O atentado levado a cabo em 1974 provocou dois mortos trinta e quatro feridos.

Figura do terrorismo anti-imperialista dos anos 1970-80, o venezuelano Ilich Ramirez Sanchez, apelidado de Carlos voltou nesta segunda-feira ao tribunal de primeira instância de Paris, devido ao atentado mortífero por ele cometido no Drugstore Publicis de Paris.

Carlos pede a justiça francesa a revisão da sua pena de prisão perpétua, proclamada em Março 2017, pelo acto terrorista que resultou na morte de duas pessoas e 34 feridos.

Sanchez, com 68 anos de idade, conhecido pelo nome de Carlos, mais uma vez reivindicou ser um revolucionário profissional precisando ter as nacionalidades venezuelana e palestiniana e residir por toda a parte.

Ele comparecerá durante duas semanas diante dos magistrados do Tribunal de Primeira Instância de Paris, encarregados de crimes terroristas. Este será o último julgamento de Carlos, que continua a reivindicar a qualidade de resistente palestiniano. Entre os seus advogados de defesa , está nomeadamente a sua esposa Isabelle Coutant-Peyre.

Carlos queixou-se de não ter acesso ao dossier de acusação,o que segundo ele não lhe possibilita a sua defesa.

Encarcerado em França desde a sua prisão em 1994 no Sudão, Carlos já foi condenado duas vezes à sentença máxima pela justiça francesa , por três assassínios em 1975 e por quatro atentados com explosivos( 11 mortos e 191 feridos) respectivamente em 1982 e 1983.

O atentado no drugstore ocorreu no dia 15 de Setembro de 1974 e foi cometido à granada.

Segundo a acusação,Carlos levou a cabo o ataque para facilitar a libertação de um japonês membro do Exército Vermelho Japonês, movimento próximo da Frente Popular de Libertação da Palestina(FPLP), da qual Carlos era um dos braços armados na Europa.

 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.