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Mundo

Estados Unidos aumenta tarifas alfandegárias e China reage

media  
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. 01 de Agosto de 2018 REUTERS/Carlos Barria

Os Estados Unidos decidiram aumentar as tarifas alfandegárias para as mercadorias chinesas, segundo a administração Trump para incitar Pequim a pôr termo às suas práticas comerciais desleais. Este novo aumento das tarifas respeitantes às exportações da China para os Estados Unidos, levou Pequim a reagir e a qualificar a medida americana de chantagem.

De acordo com o ministro do Comércio dos Estados Unidos,Robert Lightizer, o Presidente Donald Trump encarregou-o de avaliar as hipóteses de um novo aumento das taxas aduaneiras,entre 10 e 25%, sobre os 200 mil milhões de dólares de importações chinesas.

Lightizer declarou na quarta-feira que na opinião do Presidente Trump, é mais uma opção para incentivar a China a mudar a sua política e comportamento prejudiciais, bem como a pôr termo às suas práticas desleais.

A Casa Branca acusa igualmente a China de roubo de propriedade intelectual e exige ao gigante da Ásia que reduza para 200 mil milhões de dólares o excedente comercial anual com os Estados Unidos e abra o seu mercado aos bens de consumo americanos.

Revelando a sua boa vontade no que toca ao diálogo com os Estados Unidos baseado no respeito mútuo, a China reagiu com vigor e apelou Washington para que volte à razão.

O porta-voz da diplomacia chinesa,Geng Shuang, considerou a pressão americana contraproducente e solicitou aos Estados Unidos uma atitude mais decente e não chantagem.

No âmbito da reacção de Pequim à nova decisão de Washington, o Ministério do Comércio chinês avisou que a China estava pronta, se necessário, para retaliar, de forma a salvaguardar a dignidade do país e os interesses do seu povo, defendendo o multilateralismo internacional.

Desde o mês de Março que Washington aplica taxas alfandegárias suplementares,de 25% ao aço e de 10% ao alumínio chinês.

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