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África

RDC: Moïse Katumbi recorre de sua exclusão

media Moïse Katumbi, opositor congolês Thomas SAMSON / AFP

Não autorizado a regressar à RDC para apresentar a sua candidatura a eleição presidencial de Dezembro,o opositor Moïse Katumbi espera não obstante concretizar o seu objectivo. Actualmente na Zâmbia, Katumbi anunciou, em declarações à RFI, que em todo caso, ele apoiará o candidato único,que será escolhido pela oposição para representá-la na eleição.

O antigo colaborador do Presidente Joseph Kabila,declarou igualmente que perante a recusa do governo congolês em aceitar o seu regresso ao país, ele apresentou um recurso ao Conselho de Estado.

Não obstante o facto de o presidente do Senado congolês Léon Kengo Wa Dongo ser favorável ao regresso à RDC (República Democrática do Congo) do opositor Moïse Katumbi, actualmente na Zâmbia, depois de ter tentado chegar ao país há duas semanas através da fronteira de Kasumbalesa, o executivo de Kinshasa recusa dar-lhe uma autorização de entrada.

Numa entrevista à Radio France Internationale, o parlamentar Wa Dongo, sublinhou que não se pode excluir um filho do país. Exclui-lo,segundo o presidente do Senado da RDC, é ter medo que Katumbi seja eleito.

Antiga figura do círculo afecto à Joseph Kabila,Moïse Katumbi reside no estrangeiro desde Maio de 2016, após ter sido condenado no seu país pelo envolvimento numa alegada fraude imobiliária.

Katumbi que não conseguiu apresentar a sua candidatura à eleição presidencial de Dezembro de 2016, espera ainda realizar o seu objectivo.

Em declarações à RFI ele afirmou que perante a não autorização de entrada no país,decidiu recorrer ao Conselho de Estado e que em todo caso, ele apoiará o candidato que for escolhido pela oposição para representá-la na eleição presidencial.

Moïse Kaumbi 24 08 2018 24/08/2018 ouvir

Eu pedi oficialmente para aterrar em Lubumbashi, por intermédio da aviação civil sul-africana e fui até Kasumbalesa. As autoridades fecharam a fronteiras durante dois dias. Eles têm medo de Moïse Katumbi, não querem que regresse ao país.

Apresentei um recurso ao Conselho de Estado. Joseph Kabila receia os pesos pesados da oposição.

Eu sabia que Kabila iria finalmente ceder. Mas é triste, porque ele decidiu retirar-se dois anos depois e deixa-nos valas comuns em Kinshaha, no Kassaï, em toda parte. Houve pessoas que morreram inutilmente.

Se ele se tivesse retirado em Dezembro de 2016, ficaria como o pai da democracia congolesa. Ele perdeu uma oportunidade de ser o pai da democracia na RDC.

Nós vamos reunir-nos para escolher um candidato da oposição, porque as eleições são disputadas numa só volta. Se a maioria da oposição escolher Félix Tshisekédi ou Jean-Pierre Bemba, eu apoiarei.

                                                                                           Moïse Katumbi

O prazo para a entrega das candidaturas terminou na sexta-feira, dia 24 de Agosto. Posteriormente, a Comissão Eleitoral Nacional Independente ( CENI ) vai divulgar a lista provisória dos candidatos à eleição presidencial congolesa, prevista para o mês de Dezembro.

Joseph Kabila, que no dia 8 de Agosto renunciou a candidatar-se a um terceiro mandato consecutivo,não previsto pela Constituição congolesa, deu todavia a entender que ele poderia preparar uma configuração do tipo russo,para voltar novamente ao poder.

Segundo os analistas essa eventualidade explica a designação do ex-ministro do interior, Emmanuel Ramazani Shadary como seu delfim,para candidatar-se a presidência da República.

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.