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Mundo

Venezuela recupera gradualmente a electricidade

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Venezuelanos numa fila para recarregar telemóveis numa estação de energia solar. REUTERS/Carlos Jasso

Após vários dias sem corrente eléctrica e água, a Venezuela sai gradualmente da escuridão. A capital Caracas , bem como outras regiões do país começam recuperar a electricidade, com excepção dos estados no oeste do país como Mérida, nos Andes, Táchira na fronteira colombiana, e também Trujillo, Zulia e Apure, no centro da Venezuela, que continuam com apagões. Todavia a população continua a enfrentar dificuldades, resultantes de seis dias sem electricidade e água corrente.

Seis dias sem electricidade e sem água continuam a ter efeitos na vida quotidiana dos venezuelanos.O país recupera gradualmente a electricidade e a água corrente, mas está a funcionar em câmara lenta, como o confirma o feriado decretado na quarta-feira pelo governo. A maioria dos bancos e dos comércios ficaram encerrados e os transportes públicos suspensos.

No plano internacional, a China propôs a sua ajuda para que sejam esclarecidas as causas do corte de electricidade, cuja amplitude e duração são inéditos na história do país produtor de petróleo.

De acordo com o Presidente Nicolas Maduro, o corte de electricidade sem precedentes deve-se a um ataque cibernético fomentado pelo Pentágono, Ministério da Defesa americano e pela oposição, liderada por Juan Guaido. A tese defendida pelo Chefe de Estado venezuelano, segundo os peritos, é técnicamente possível, mas pouco provável, dizem os mesmos, dado a falta de manutenção das infraestruturas do país sul-americano.

A falta de regularidade, no fornecimento de electricidade, continua a afectar os Estados de Mérida nos Andes, de Táchira na fronteira com a Colômbia, bem como os de Trujillo, Zulia e Apure, no centro da Venezuela.

A ministra encarregada do sector das águas, Evelyn Vásquez, afirmou que o restabelecimento integral do sistema, é uma tarefa complexa e por isso vai demorar algum tempo.

De modo a minimizar as dificuldades enfrentadas pela população e a evitar incidentes, o Presidente Maduro ordenou que fossem distribuídas 50.000 cisternas,a preços subsidiados, e lançou um apelo para que os venezuelanos se equipem com velas, lamparinas e rádios transístores.

O chefe de Estado venezuelano anunciou igualmente a criação de uma comissão de inquérito,para a qual ele tenciona solicitar a ajuda da ONU, da China, da Rússia e de Cuba, país experiente em matéria de defesa contra ataques cibernéticos.

Segundo o Ecoanálitica, instituto de análise económica da Venezuela, os seis dias sem electricidade e água, que bloquearam as actividades económicas e o funcionamento dos serviços públicos, custaram ao país sul-americano cerca de 875 milhões de dólares.

Asdrúbal Oliveros, director do referido instituto, avaliou as perdas no sector petrolífero à volta de 700.000 barris por dia.

 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.