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África

Sudão: Mortos na repressão de manifestação

media Multidão transporta um corpo no Sudão a 1 de Julho de 2019. REUTERS/Umit Bektas

No Sudão o dia voltou a ser de protestos contra os militares no poder, no dia seguinte a gigantescas manifestações que se traduziram em sete mortos e mais de 180 feridos.

Centenas de pessoas manifestaram-se hoje na margem do rio Nilo em frente a Cartum, a capital sudanesa.

O protesto de Omdourman aconteceu após a descoberta de 3 corpos, facto atribuído pela população aos militares.

E isto no dia seguinte às maiores manifestações desde que a 3 de Junho passado o exército dispersou uma concentração de vários meses denunciando o poder precisamente dos militares.

Na altura morreram dezenas de pessoas.

O Conselho militar de transição responsabilizou, por seu lado, a Aliança para a liberdade e a mudança pelo ocorrido neste domingo, por supostamente terem incitado os manifestantes a afluir rumo ao palácio presidencial e ao quartel general do exército.

Os militares assumiram o poder desde a destituição do presidente Omar al Bashir a 11 de Abril, após 3 décadas no poder.

A Etiópia, em nome da União Africana, tenta mediar as partes desavindas para encontrar um figurino de transição estável.

 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.