Ouvir Carregar Podcast
  • 16h00 - 16h10 TMG
    Noticiário 19/09 16h00 GMT
  • 16h00 - 16h06 TMG
    Noticiário 21/09 16h00 GMT
  • 16h06 - 16h30 TMG
    Segunda parte da emissão 21/09 16h06 GMT
  • 16h10 - 16h30 TMG
    Segunda parte da emissão 20/09 16h10 GMT
  • 17h00 - 17h10 TMG
    Noticiário 20/09 17h00 GMT
  • 17h00 - 17h06 TMG
    Noticiário 15/09 17h00 GMT
  • 17h06 - 17h30 TMG
    Segunda parte da emissão 21/09 17h06 GMT
  • 17h10 - 17h30 TMG
    Segunda parte da emissão 20/09 17h10 GMT
  • 18h00 - 18h06 TMG
    Noticiário 21/09 18h00 GMT
  • 18h00 - 18h10 TMG
    Noticiário 20/09 18h00 GMT
  • 18h06 - 18h30 TMG
    Segunda parte da emissão 21/09 18h06 GMT
  • 18h10 - 18h30 TMG
    Segunda parte da emissão 20/09 18h10 GMT
  • 19h00 - 19h10 TMG
    Noticiário 20/09 19h00 GMT
  • 19h00 - 19h06 TMG
    Noticiário 21/09 19h00 GMT
  • 19h06 - 19h30 TMG
    Segunda parte da emissão 21/09 19h06 GMT
  • 19h10 - 19h30 TMG
    Segunda parte da emissão 20/09 19h10 GMT
Para aproveitar em pleno os conteúdos mutimedia, deve ter o plugin Flash instalado no seu navegador. Para estabelecer a ligação deve activar os cookies nos parâmetros do seu navegador. Para poder navegar de forma ideal o site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e + etc.
Angola

Falecimento de linguista angolana Amélia Mingas

media Amélia Mingas faleceu com 73 anos de paragem cardíaca. Facebook Instituto internacional de língua portuguesa

Faleceu no dia 12 com 73 anos, em Luanda, a linguista angolana Amélia Mingas, vítima de uma paragem cardiovascular. Professora catedrática e primeira decana da Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto, Mingas coordenou o departamento de Língua Portuguesa do Instituto Superior de Ciências da Educação de Luanda, assim como directora entre 2006 e 2009, do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP).

Como investigadora, Amélia Mingas também se debruçou sobre a influência das línguas africanas no português. O escritor angolano José Luís Mendonça, cujo última obra é a "Lenda da Mãe África do filho que vendeu o coração", falou-nos do trabalho, como linguista, de Amélia Mingas.

Amélia Mingas, que exercia nos últimos anos a sua actividade de docente da Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto em Luanda, morreu no dia 12 de Agosto devido a uma paragem cardíaca aos 73 anos de idade.

A linguista angolana, directora de estudos do Departamento de Licenciatura e docente de Língua Portuguesa, foi de 2010 a 2015,a primeira decana da Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto (UAN).

Formada em Linguística Aplicada pela Universidade de Paris- René Descartes, um dos colégios da Sorbonne, Amélia Arlete Vieira Dias Rodrigues Mingas foi igualmente a primeira professora catedrática da UAN.

No decurso da sua carreira profissional, Amélia Mingas ocupou vários cargos de direcção, nomeadamente o de directora do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), sediado na cidade da Praia, capital de Cabo Verde, o de coordenadora do Departamento de Língua Portuguesa do Instituto Superior de Ciências da Educação de Luanda (ISCED), bem como o de responsável pelo Instituto Nacional de Línguas do Ministério da Cultura de Angola.

Como investigadora, Mingas levou a cabo investigações sobre a problemática das relações entre as línguas africanas e o Português, tendo escrito uma obra na qual explica a influência do kimbundu, uma das línguas nacionais angolana, na língua portuguesa.

Interferência do Kimbundu no Português Falado em Lwanda foi o livro, no  qual Amélia Mingas explicou a influência do Kimbundu na língua portuguesa  

Em declarações à RFI, o escritor angolano, José Luís Mendonça, cuja última obra dá pelo título de Lenda da Mãe África do Filho que Vendeu o Coração, falou-nos da obra de Amélia Mingas como linguista e docente.

O escritor angolano José Luís Mendonça 13 08 2019 13/08/2019 ouvir
Sobre o mesmo assunto
 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.