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África

Autoridades de Bissau criticam ONU

media Ban Ki-Moon dirige-se à Assembleia geral da ONU a 24 de Setembro de 2012. REUTERS/Eduardo Munoz

Faustino Imbali, ministro dos negócios estrangeiros do governo de transição, não poupou críticas à ONU e ao embaixador do seu país em Nova Iorque no rescaldo da presença das autoridades de Bissau na Assembleia Geral da ONU.

A Guiné-Bissau não discursou na Assembleia Geral da ONU,  encerrada na segunda-feira em Nova Iorque, onde só a delegação das autoridades depostas conseguiu ter acesso ao hemiciclo.

Raimundo Pereira, presidente interino deposto, não consegiu, porém, proferir a sua alocução devido a um recurso interposto pela CEDEAO, Comunidade económica dos Estados da África ocidental.

Faustino Imbali acusou o embaixador guineense junto da ONU, João Soares da Gama, de estar por detrás do problema da falta de acreditação da delegação das autoridades de transição.

O chefe da diplomacia de Bissau denunciou a alegada intervenção de Portugal para que o embaixador guineense na ONU se mantivesse no seu cargo, não obstante a nomeação pelas autoridades de transição de Manuel Monteiro dos Santos para o substituir.

Para o ministro guineense o regresso à ordem constitucional, uma exigência de vários parceiros, nomeadamente a União Africana, a União Europeia e a CPLP, Comunidade dos países de língua portuguesa, não é nem possível nem desejável.

Ele instou, mesmo, a organização lusófona a assumir a responsabilidade histórica de suspender a Guiné-Bissau da CPLP.

Porém dos encontros mantidos entre as autoridades de transição e as autoridades depostas surgiu o anúncio da vinda, em período ainda por determinar, de uma missão conjunta de organizações internacionais para apurarem a situação que se vive no terreno.

Aliu Candé, em serviço especial para a RFI, tem mais informação.

Correspondência de Bissau 05/10/2012 ouvir

 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.