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África

Moçambique : descobertas de gás e carvão ainda não beneficiam a população

media Maputo, capital de Moçambique DR

Os mega-projectos e as enormes jazidas de recursos minerais, não beneficiam as populações, nem contribuem para o crescimento económico de Moçambique, que continua sendo um dos países mais pobres da África Austral.

Apesar das enormes descobertas de recursos minerais, com destaque para o gás natural e o carvão, nos próximos anos Moçambique pode continuar a figurar na lista dos países mais pobres da África Austral, se continuar a não investir as receitas provenientes dos seus recursos naturais nos sectores da educação, infra-estruturas, indùstria manufactureira e agricultura.

O alerta foi lançado esta quinta-feira (10/04) em Maputo, por Enrique Armas, economista sénior do Banco Mundial, que apresentou o estudo desta instituição, que alerta para o facto de apesar dos índices de crescimento do país, que segundo o FMI deverá ser de 8,3% do PIB em 2014, nos útimos dez anos este não beneficiou as condições de vida da população, o que o Banco Mundial considera não ser uma trajectória "normal" de desenvolvimento, atendendo a que as outras formas de capital, não estão a crescer e a participação do capital produzido, tem diminuido ao longo do tempo.

Segundo o Banco Mundial, o governo moçambicano deve acelerar o processo de reforma das Leis de Minas e Petróleos, para aumentar as receitas cobradas aos mega-projectos, e investi-las noutras áreas de actividade.

O documento refere ainda, que apesar dos rendimentos ligados à exploração dos recursos minerais terem duplicado entre 1995 e 2011, este não contribuem para a sustentabilidade do país . .

Orfeu Lisboa, correspondente em Maputo 11/04/2014 ouvir

Noutro teor, a União Europeia admitiu esta quinta-feira (9/04) poder vir a retirar as Linhas Aéreas de Moçambique - LAM - da lista de companhias proíbidas de voar para o espaço europeu, caso as autoridades mantenham os "progressos promissores" registados até ao momento.

De momento, a LAM continua a figurar na lista negra, tal como a companhia de bandeira de São Tomé e Príncipe e as companhias angolanas, com excepção da TAAG, que pode voar para a União Europeia sob condições estritas.

 

 

 

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