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África

A Guiné Equatorial à porta da lusofonia

media Presidente da Guiné Equatorial Teodoro Obiang. Le président de Guinée équatoriale, Theodoro Obiang Nguema Reuters/James Akena

Antes mesmo da sua adesão à CPLP a ser formalizada na próxima semana, Malabo reforçou um pouco mais a sua posição junto dos países lusófonos, duas organizações de empresários da Guiné Equatorial tendo integrado hoje como membros fundadores a Confederação Empresarial dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa cujo primeiro fórum se realiza a 17 de Julho em Luanda.

A formação deste bloco de empresários que inclui já Malabo antecede de apenas alguns dias a entrada oficial da Guiné Equatorial na CPLP, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, cuja cimeira de chefes de Estado e de Governo decorre a 23 de Julho em Díli, capital de Timor-Leste.

Com estatuto de observador desde 2006 no seio da CPLP, a perspectiva da adesão da Guiné Equatorial ao bloco lusófono tem gerado muita controvérsia, devido a denúncias de violações massivas dos Direitos Humanos naquele país e acusações de enriquecimento ilícito do presidente Guineense Teodoro Obiang, no poder desde 1979, assim como dos seus próximos.

Ao longo dos últimos anos, várias ONGs dispersas pelos países da CPLP lançaram apelos para que a Guiné Equatorial não seja aceite no bloco, mas apesar do cepticismo inicial de alguns países, nomeadamente Portugal, a ideia da adesão de Malabo à CPLP foi ganhando terreno. Aquando da cimeira da CPLP em Maputo em 2012, ficou claro que embora se considerassem necessários alguns progressos nomeadamente no domínio dos Direitos Humanos, a adesão da Guiné Equatorial ao grupo poderiam concretizar-se já em 2014.

Quando faltam agora já poucos dias para a cimeira que deve oficializar a entrada da Guiné Equatorial, multiplicam-se os pronunciamentos contra esta eventualidade, hoje tendo sido a vez da ONG "Transparência e Integridade" de alertar que isso será a capitulação da entidade lusófona perante "os interesses petrolíferos de um punhado de oficiais corruptos”.

Em entrevista à RFI, João Paulo Batalha, Director executivo da "Transparência e Integridade" recorda a corrupção e violação dos Direitos Humanos atribuídos a Malabo e sublinha que a Guiné Equatorial tem vindo a trabalhar a nível político e económico de forma a ganhar a credibilidade internacional que lhe falta.

João Paulo Batalha, Director executivo da ONG "Transparência e Integridade" 15/07/2014 ouvir

 

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