Segundo referiu neste encontro o director nacional de censos e inquéritos Arão Balate, os últimos dados estatísticos indicando que 54,7% da população moçambicana é extremamente pobre foram calculados essencialmente com base no critério alusivo ao acesso à alimentação. Para o governo moçambicano, os cálculos deveriam incluir outros critérios suplementares, como o acesso à saúde, educação e bem-estar, de modo a reflectir melhor a realidade do país. Neste sentido, a ONU comprometeu-se a apoiar Moçambique na redefinição dos critérios de calculo da pobreza no seu território.
Mais pormenores com Orfeu Lisboa.
DR