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África

Vários mortos em confrontos no Burundi

media Cerimónia de tomada de posse de Pierre Nkurunziza, Presidente do Burundi, a 20 de Agosto. REUTERS/Evrard Ngendakumana

Pelo menos 20 pessoas morreram nos últimos três dias no Burundi em vários confrontos na capital e, pela primeira vez, no centro do país. Agostinho Zacarias, coordenador das Nações Unidas no Burundi, diz que a situação está realmente tensa em termos de segurança.

Cerca de 20 pessoas morreram nos últimos três dias em vários confrontos entre as forças de ordem e “criminosos armados”, de acordo com a expressão usada pelas autoridades para designar os que contestam, nas ruas, a reeleição do presidente Pierre Nkurunziza. Os confrontos aconteceram na capital e, pela primeira vez, no centro do país, de acordo com a agência France Presse.

Agostinho Zacarias, coordenador das Nações Unidas no Burundi, diz que a situação está realmente tensa em termos de segurança, ainda que se possa circular na capital.

Agostinho Zacarias, Coordenador da ONU no Burundi 28/10/2015 ouvir

A crise política no Burundi é ritmada pela violência desde o anúncio, em finais de Abril, da candidatura do presidente a um terceiro mandato, considerado inconstitucional pela oposição. Pierre Nkurunziza foi reeleito a 21 de Julho e a violência intensificou-se com assassínios de figuras dos dois campos, ataques contra a polícia e execuções sumárias.

A União Europeia (UE) alertou as autoridades que se não abrirem um processo de diálogo poderá suspender a sua ajuda financeira, enquanto a União Africana (UA) ameaçou avançar com sanções se não forem feitas conversações inclusivas.

Esta quarta-feira, o partido no poder Cndd-FDD mostrou-se “indignado” com as ameaças de canções e criticou a UE e a UA por tentaram “destruir o país, nas palavras do presidente do partido e da Assembleia Nacional Pascal Nyabenda.
 

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