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África

RCA: França põe termo à Operação Sangaris

media A MINUSCA mantém-se na RCA, mas tem sido alvo de protestos como aqui a 24 de Outubro em Bangui.. REUTERS

Deve chegar oficialmente ao fim na segunda feira a missão militar francesa Sangaris na República centro-africana. Paris deve, porém, conservar uma força de reacção rápida nesta sua antiga colónia.

São cerca de 350 militares franceses com drones de observação que se vão manter na RCA, incluindo uma centena no seio das forças da ONU.

A operação Sangaris, começada em Dezembro de 2013, chegou a atingir mais de 2 000 homens no auge da crise.

Tratava-se de por cobro ao caos e à violência em que mergulhara o país após o presidente François Bozizé ter sido derrubado por uma rebelião essencialmente muçulmana, a Seleka.

Um movimento que provocara o aparecimento das milícias maioritariamente cristãs anti-balaka.

A intervenção francesa, e posteriormente da ONU, conseguiu reduzir os massacres, mas sem garantir totalmente a segurança e a estabilidade de um dos países mais pobres do mundo.

O ministro francês da defesa Jean-Yves Le Drian desloca-se a Bangui este fim de semana para assinalar o fim da força Sangaris.

O chefe da diplomacia, Jean Marc Ayrault, alega ser legítimo que a ONU assuma agora o dossier, alegando que a França não abandona a RCA.

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.