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África

Presidente da Guiné Equatorial pede ajuda à França

media Teodoro Obiang Nguema, Presidente da Guiné Equatorial Amanda Lucidon/wikimedia.org

O presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema, numa entrevista à RFI e France 24, em Malabo, alegou ter conseguido fazer abortar uma tentativa de golpe de Estado de um grupo armado,de várias nacionalidades, um projecto que contaria com financiamentos franceses.

Em entrevista concedida a Marc Perelman (France 24), e Christophe Boisbouvier (RFI), o Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema, afirma estar inquieto pela segurança do seu País, e acusa um grupo de mercenário de várias nacionalidades de ter tentado um golpe de Estado, sublinhando que essa acção teria sido financiada por personalidades francesas.

“ Apesar se ser um grupo de terroristas do Chade, da República Centro-africana, do Senegal, e do Sudão, preparavam  algo com certas personalidades em França. O problema começou em França.  O financiamento  vinha de certas personalidades, para recrutar mercenários nos países que citei, para começar as acções a partir da fronteira chadiana", afirmou  o Presidente Obiang Nguema. "Tomei a decisão  de informar o Presidente Biya (Paul Biya, Presidente dos Camarões, ndr) que fizemos uma acção conjunta  para começarmos a parar os mercenários. E foi assim quer conseguimos fazer abortar a operação. Peço a colaboração do Governo francês  para fazer um inquérito. Os elementos de que disponho neste momento  é que o financiamento vinha de personalidades da França”.

Oiça aqui este extracto da entrevista do Presidente Obiang Nguema

Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema (dobragem de Vitor Matias) 17/01/2018 ouvir

Interrogado sobre se haveria, ou não, autoridades chadianas implicadas neste caso, o Presidente Obiang afirmou que o inquérito revelará quais as implicações de pessoas, instituições, ou organismos terroristas.

E acrescentou saber que certos agentes  começaram  a recrutar  mercenários  no Chade e na República Centro-Africana.

Obiang Nguema  já preveniu o Presidente Faustin-Archange Touadéra, da República Centro-Africana, e espera poder  compreender melhor toda a situação.

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