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África

HRW: Balanço África ambíguo em 2017

media Logótipo da ONG Human Rights Watch - HRW. © Reuters

Em relatório hoje publicado a ONG Human Rights Watch avalia a questão dos direitos humanos numa centena de países, com um balanço ambíguo sobre esta realidade no continente africano.

Em relatório publicado em Paris esta quinta-feira (18/01) sob o título "Relatório Mundial 2018: Luta pelos Direitos Tem Sucesso" a ONG Human Rights Watch com sede em Nova Iorque, avalia a questão dos direitos humanos numa centena de países, saúda a "resistência" aos populismos na Europa e noutros continentes, mas sobre o continente africano o seu balanço é ambíguo, como refere o seu director-executivo Kenneth Roth, entrevistado pela nossa colega Véronique Gaymard.

Kenneth Roth, director-executivo HRW 18/01/2018 ouvir

"países em crise como o Sudão do Sul, a República Centro-africana...há outros onde os dirigentes se agarram ao poder, mesmo se tal destrói os seus países, caso do Burundi ou da República Democrática do Congo, mas há também esperanças em países como a Gâmbia, o Zimbabué que se desembaraçou de Robert Mugabe, mesmo se a era Mugabe não está ainda ultrapassada

...outro episódio muito positivo, é o que se passou quando alguns dirigentes da África Ocidental tentaram denegrir o Tribunal Penal Internacional, Presidentes como Omar Al Béshir do sudão do Sul, Yoweri Museveni do Uganda ou Paul Kagamé do Ruanda tentaram orquestrar uma retirada massiça do TPI, mas grupos africanos conseguiram inverter a tendência, convencendo designadamente governos de países da África Austral e Ocidental, de que pelo contrário era necessário defender o TPI

...A partida massiça do TPI transformou-se em defesa massiça desta instância.

O Burundi foi o único país a retirar-se, quando está em curso um inquérito do TPI sobre atrocidades cometidas pelas forças de segurança sob comando do antigo Presidente Pierre Nkurunziza.

Vê-se bem que os povos de África não querem permitir que os seus dirigentes cometam crimes de massa em total impunidade e que contam com este instrumento para pôr termo às atrocidades".

Em relação aos PALOP o relatório da HRW apenas cita os casos de Angola onde a "nova liderança do Presidente João Lourenço com promessas de combate à corrupção e à má gestão dos fundos públicos traz esperança, mesmo se persistem violações de direitos a vários níveis" e de Moçambique onde apesar do "cessar-fogo vigente desde Dezembro de 2016 os crimes cometidos por grupos armados e abusos e violações de direitos humanos continuam impunes".

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.