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África

Nigéria: militares violam a troco de comida

media Logótipo da ong Amnistia Internacional Amnistia Internacional

Amnistia Internacional denuncia a violação por militares e milícias civis de milhares de mulheres e meninas nigerianas, a quem exigem sexo a troco de comida.

A ong de defesa de direitos humanos Amnistia Internacional denuncia em relatório divulgado esta quinta-feira (24/05) a violação a troco de comida de milhares de mulheres e meninas nigerianas, por militares nigerianos e milícias civis que os apoiam no Estado de Borno, no nordeste da Nigéria.

Pedro Neto, Amnistia Internacional Portugal 24/05/2018 ouvir

Pedro Neto, director-executivo da Aministia Internacional em Portugal relata como estas "sobreviventes" de Boko Haram "são separadas dos seus maridos e restantes familiares, são colocadas em campos fechados, são pessoas que já fogem de territórios e aldeias controladas pelo Boko Haram e ao chegarem a outros territórios encontram as forças do exército e uma milícia civil que também apoia o exército nigeriano...que as violam e as abusam em troca de comida, portanto a alternativa é ou morrer à fome ou deixarem-se violar".

A Amnistia Internacional denuncia ainda o desvio de ajuda humanitária pelos militares, que depois a trocam por sexo e apela o Presidente nigeriano Muhammadu Buhari a pôr termo à impunidade e responsabilisar os culpados por estes crimes.

 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.