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África

Ruanda quer liderar Francofonia

media Louise Mushikiwabo, ministra dos Negócios Estrangeiros do Ruanda. Ludovic MARIN / AFP

A chefe da diplomacia do Ruanda, Louise Mushikiwabo, é candidata a líder da Organização Internacional da Francofonia (OIF). O presidente francês, Emmanuel Macron, manifestou o apoio à candidatura, esta quarta-feira, em Paris, durante a visita oficial do presidente ruandês Paul Kagame.

Louise Mushikiwabo quer substituir a quebequense de origem haitiana Michaëlle Jean e explicou as razões da candidatura, sublinhando que o Ruanda é membro da OIF desde 1970.

“Penso que a francofonia não está em guerra contra a Commonwealth ou a língua francesa em guerra contra o inglês. Pelo contrário, a francofonia, hoje em dia, inscreve-se num mundo de várias línguas, o que é o caso do meu país. Isso não impede o empenho que está sempre presente para a francofonia. Além disso, entre os poucos ruandeses que falam uma língua estrangeira, o francês é a língua mais falada, o jornal televisivo é em francês, em suaíli, em quiniaruanda, em inglês. Somos um país multilingue, isso não quer dizer que necessariamente nos divorciámos do francês, de todo”, explicou.

A candidatura foi oficializada esta quarta-feira, em Paris, pelo presidente ruandês Paul Kagame numa declaração em inglês e recebeu o aval do chefe de Estado francês, Emmanuel Macron.

No Ruanda, a língua francesa foi substituída pelo inglês como língua de ensino em 2008 e o país entrou na Commonwealth, apesar de continuar a fazer parte da Organização Internacional da Francofonia.

O francês é uma língua oficial no país, mas apenas é falado por 5,6% da população, e a língua de Molière também sofre das relações tensas entre Kigali e Paris, acusado pelo Ruanda de ter tido um papel no genocídio de 1994.

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