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África

Camarões ficaram sem CAN

media Adeptos camaroneses não vão poder acolher o CAN 2019. AFP

O país organizador e vencedor da última edição do Campeonato Africano das Nações, os Camarões, ficaram sem a organização da competição, uma decisão da Confederação Africana de Futebol.

 

Muitas dúvidas pairavam sobre a organização do CAN nos Camarões. Há umas semanas atrás, a CAF, pela voz do seu Presidente malgaxe, Ahmad, já tinha dito que ia esperar pelas eleições em território camaronês para tomar uma decisão sobre o país organizador da prova.

 

Após a reeleição de Paul Biya como Presidente dos Camarões, a decisão da Confederação Africana de Futebol era esperada e muitos especialistas duvidavam que a prova podia decorrer em território dos Leões Indomáveis.

 

As razões? A prova passou de 16 para 24 equipas e o número de estádios passou de 4 para 6. Condicionamentos que fizeram com que os Camarões tiveram muitos problemas em termos de organização para dar boas condições às selecções e sobretudo para a realização dos jogos.

 

Foi nesses detalhes que a Confederação Africana de Futebol (CAF) se apoiou para tomar a sua decisão, numa reunião em Accra, no Gana, quando faltam sete meses para o arranque oficial da competição.

 

O organismo africano anunciou, ainda, que a organização da prova está aberta a qualquer país interessado em acolher a competição. Essas Nações têm 21 dias para apresentar a candidatura.

 

Favoritos? Marrocos, África do Sul e Egipto são os países que sempre mostraram interesse em organizar a prova, apesar da falta de tempo para a organizar. No entanto é de admitir que estes três países já receberam vários Campeonatos Africanos das Nações e têm os estádios bem como as infra-estruturas para receber uma prova deste tamanho que, recordamos, passou de 16 para 24 países.

 

Recorde-se também que quatro países lusófonos ainda podem alcançar o apuramento para a fase final: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique, estes dois últimos encontram-se no mesmo grupo.

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.