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África

RDC: eleições adiadas para 30 Dezembro

media CENI anunciou adiamento para 30 de dezembro das eleições na RDC Caroline Thirion / AFP

 

A Comissão Nacional Eleitoral Independente - CENI - adiou as eleições gerais na RDC para 30 de dezembro, devido a atrasos logísticos provocados pelo incêndio de cerca de 80% do material eleitoral em Kinshasa.

Este é o terceiro adiamento das eleições presidenciais, legislativas e provinciais na República Democrática do Congo, o primeiro foi em 2016 no final do mandato de Joseph Kabila, o segundo em 2017 e agora estas foram adiadas de 23 para 30 de dezembro, anunciou ontem (20/12) Corneille Nangaa, presidente da Comissão Nacional Eleitoral Independente - CENI.

Em causa, segundo a CENI atrasos logísticos, devido ao incêndio de um armazém em Kinshasa no passado dia 13 de dezembro, que alegadamente destruiu 80% do material eleitoral destinado à capital congolesa, que tem mais de 4 milhões de eleitores, ou seja mais de 10% dos eleitores inscritos.

Governo e oposição acusam-se mutuamente deste incêndio, no qual teriam supostamente ardido - mas ninguém viu - cerca de 8 mil, das mais de 10 mil polémicas urnas electrónicas, fabricadas na Coreia do Sul, que a oposição denomina "máquinas de fraude".

Dos 21 candidatos em liça para subsituir Joseph Kabila, cujo mandato terminou em dezembro de 2016, destacam-se o seu delfim e antigo ministro da defesa Emmanuel Ramazani Shadary e os dois inimigos da oposição Martin Fayulu candidato da coligação "Kamoula" apoiada por Jean Pierre Bemba e Moïse Katumbi, excluídos deste escrutínio e Félix Tshisekedi, líder do partido histórico de oposição fundado pelo seu pai Etienne Tshisekedi - União para a Democracia e o Progresso Social - UDPS.

Félix Tshisekedi é o candidato da coligação Cach, que inclui a União para a Nação Congolesa - UNC - de Vital Kamerhe.

Tshisekedi denuncia manobras para a manutenção de Joseph Kabila no poder e declarou "aceitamos contrariados este adiamento...não adianta revoltarmo-nos agora devido ao adiamento de uma semana, porque o poder pode aproveitar-se da situação e destruir máquinas, destruir armazéns, como o do famoso incêndio fictício e em seguida virem culpar-nos e justificar que não podem realizar eleições...eis porque apelamos, à prudência e à contenção, é só uma semana a sofrer, mas o fim dessa semana será a linha vermelha a não pisar, depois vamos pedir ao povo que exprima o seu descontamento, é o que acontecerá".

A CENI anunciou que a campanha eleitoral termina esta sexta-feira (21/12) mas a coligação Cach tenciona continuá-la até 28 de dezembro.

A oposição teme que o presidente Joseph Kabila de 47 anos de idade, no poder desde 2001, na sequência da morte do seu pai Laurent Désiré Kabila, impedido de se candidatar a um terceiro mandato, prentenda manter-se no poder, dado que segundo a Constituição o presidente cessante se mantém no poder até à "instalação efectiva de um novo presidente eleito".

 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.