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África

RDC: Últimos dias de tensão antes das Presidenciais

media Manifestações na cidade de Béni. ALEXIS HUGUET / AFP

As cidades de Beni, Goma e Butembo, no leste da República Democrática do Congo, estão a ser agitadas com episódios de distúrbios e revoltas populares nas ruas, na sequência da decisão da Comissão Eleitoral nacional ter declarado a exclusão de três cidades do voto nas eleições de domingo. Nas cidades referidas houve manifestações, no entanto pelo resto do país o apelo da oposição não foi seguido.

A justificação oficial da comissão eleitoral para o adiamento das eleições nas cidades de Beni e de Butembo no Kivu do Norte, e Yumbi no Mai-Ndombe foi o surto de Ébola e a violência de milícias, embora muitos apontem uma tentativa de condicionamento do voto. O sufrágio, cuja realização já estava prevista desde 2016, vai determinar o sucessor de Joseph Kabila no poder.

A coligação Lamuka, liderada por Martin Fayulu, um dos principais candidatos da oposição às presidenciais de domingo na República Democrática do Congo contesta o adiamento parcial das eleições.

Numa conferência de imprensa realizada na quinta-feira, a Lamuka pediu à Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI) que anulasse este adiamento, que afetará 1,2 milhões de eleitores.

Segundo o diretor de campanha de Martin Fayulu, a coligação não pretende, no entanto, boicotar as eleições de domingo.

De notar que a epidemia do vírus, que se transmite por contacto físico através de fluidos corporais infetados e que provoca febre hemorrágica, foi declarada a 1 de agosto deste ano, em Mangina, nas províncias de Kivu Norte e Ituri, tendo provocado até 24 de dezembro a morte de 354 pessoas e infetado mais de 583, segundo dados da Organização Mundial de Saúde.

A agravar o ambiente está ainda a decisão de expulsão do embaixador da União Europeia no país. Foram dados dois dias a Bart Ouvry para deixar o Congo, após a Europa ter imposto diversas sanções a altos dirigentes políticos.

De acordo com a Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI) as alterações não afetarão o calendário eleitoral. Os resultados finais das eleições deverão ser conhecidos a 15 de janeiro e o novo chefe de Estado tomará posse três dias mais tarde.

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.