Ouvir Carregar Podcast
  • 16h00 - 16h10 TMG
    Noticiário 20/05 16h00 GMT
  • 16h00 - 16h06 TMG
    Noticiário 19/05 16h00 GMT
  • 16h06 - 16h30 TMG
    Segunda parte da emissão 19/05 16h06 GMT
  • 16h10 - 16h30 TMG
    Segunda parte da emissão 20/05 16h10 GMT
  • 17h00 - 17h10 TMG
    Noticiário 20/05 17h00 GMT
  • 17h00 - 17h06 TMG
    Noticiário 19/05 17h00 GMT
  • 17h06 - 17h30 TMG
    Segunda parte da emissão 19/05 17h06 GMT
  • 17h10 - 17h30 TMG
    Segunda parte da emissão 20/05 17h10 GMT
  • 18h00 - 18h10 TMG
    Noticiário 20/05 18h00 GMT
  • 18h00 - 18h06 TMG
    Noticiário 19/05 18h00 GMT
  • 18h06 - 18h30 TMG
    Segunda parte da emissão 19/05 18h06 GMT
  • 18h10 - 18h30 TMG
    Segunda parte da emissão 20/05 18h10 GMT
  • 19h00 - 19h10 TMG
    Noticiário 20/05 19h00 GMT
  • 19h00 - 19h06 TMG
    Noticiário 19/05 19h00 GMT
  • 19h06 - 19h30 TMG
    Segunda parte da emissão 19/05 19h06 GMT
  • 19h10 - 19h30 TMG
    Segunda parte da emissão 20/05 19h10 GMT
Para aproveitar em pleno os conteúdos mutimedia, deve ter o plugin Flash instalado no seu navegador. Para estabelecer a ligação deve activar os cookies nos parâmetros do seu navegador. Para poder navegar de forma ideal o site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e + etc.
África

Congoleses elegem sucessor de Kabila

media Congoleses votam este domingo Caroline Thirion / AFP

Atrasos, incidentes, protestos e instalações de urnas de voto em locais proibidos marcam a votação deste domingo na República Democrática do Congo (RDC). Os congoleses escolhem o sucessor do Presidente Kabila.

Martin Fayulu Madidi, da coligação LAMUKA na oposição, candidato favorito, Félix Tshissekedi, também da oposição, e Emmanuel Ramazani Shadary, delfim do presidente cessante Joseph Kabila, no poder desde 2001, são os principais candidatos num total de 21.

Adiadas três vezes, as eleições gerais, presidenciais e locais na RDC não se realizaram, contudo, em três regiões consideradas cruciais para a oposição: Beni e Butembo, ambas no norte do país, e Kivu e Yumbi, na zona leste. 

O adiamento impediu que 1 milhão de pessoas exerçam o direito de voto.

As autoridades avançaram razões de segurança e sanitárias para justificar os adiamentos.

No entanto, a oposição contesta, dizendo que se trata duma manipulação governamental.

Estas três regiões irão a votos apenas em março. No entanto, estes votos são considerados tecnicamente inválidos pelos analistas porque o futuro presidente tomará posse já em janeiro. 

o Presidente Kabila votou de manhã na mesma assembleia de voto do seu delfim e ex-ministro do interior, o candidato Emmanuel Ramazani Shadary. Na ocasião, Kabila cruzou-se com o porta-voz e secretário-geral da conferência episcopal.

O Papa Francisco rezou, esta manhã, pelas eleições na RDC, apelando a um funcionamento regular e pacífico.

Também o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu que as eleições da RDC decorram num ambiente livre de violência, aproveitando a oportunidade histórica.

Os três principais candidatos à presidência congolesa

Emmanuel Ramazani Shadary

É o candidato do poder e delfim do actual presidente Joseph Kabila, impedido de se recandidatar pela constituição.

Tem 58 anos, e foi designado candidato, em agosto passado, por Kabila, o que causou alguma surpresa.

Emmanuel Ramazani Shadary é o actual ministro do interior da RDC, e a sua designação como candidato presidencial surge apenas meses após ter sido nomeado n°2 do Partido do Povo para a Reconstrução e a Democracia.

Martin Fayulu

É o candidato favorito e o novo homem da oposição, sendo também uma figura surpresa.

Não sendo uma personalidade muito conhecida no seio da oposição, este ex-presidente do conselho de administração da Exxon Mobil, de 62 anos, é apoiado por Jean-Pierre Bemba e Moise Katumbi, tendo conseguido mobilizar as pessoas durante a campanha eleitoral.

Félix Tshisekedi

É a terceiro candidato desta eleição presidencial.

Tem 55 anos e é apoiado por outro peso pesado da política, Vital Kamerhe.

Fizeram campanha juntos e estabeleceram um acordo eleitoral. No caso de Tshisekedi ser eleito, nomeará Kamerhe primeiro-ministro e compromete-se a apoiar um candidato do seu partido, a União para a Nação Congolesa, nas presidenciais de 2023.

 

Sobre o mesmo assunto
 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.