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África

Somália expulsa representante da ONU

media Nicholas Haysom, enviado da ONU para a Somália, foi nomeado por António Guterres. hadalsame.com

O governo da Somália instou o enviado das Nações Unidas para deixar o país acusando-o de, citamos "ingerência deliberada" na sua "soberania". Numa altura em que três pessoas ficaram feridas após disparos contra edifício da ONU em Mogadíscio.

Esta decisão das autoridades da Somália ocorre poucos dias após Nicholas Haysom ter dado conta da sua preocupação perante a actuação das forças de segurança nos recentes actos de violência que se traduziram em vários mortos.

Forças de segurança que contam, aliás, com o apoio da ONU.

Este advogado sul-africano e diplomata experiente tinha sido nomeado para o cargo em Setembro passado, antes de ser enviado da ONU para o Sudão e o Sudão do Sul.

Entre 13 e 15 de Dezembro forças de segurança reprimiram protestos em Baidoa, no sudoeste, quinze pessoas morreram e cerca de 300 outras foram detidas, em causa a contestação à captura de um responsável dos islamitas shebab.

Neste contexto três pessoas ficaram feridas nesta terça-feira em disparos de morteiro contra a principal base da ONU em Mogadiscio, a capital.

O ocorrido foi reivindicado pelo grupo shebab, afiliado à rede Al Qaeda, uma organização que combate o governo somali que, este, é apoiado pela comunidade internacional.

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.