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África

RDC tensão política compromete governo

media Martin Fayulu continua a contestar a eleição de Félix Tshisekedi e denuncia a actuação do Tribunal constitucional que acaba de lhe retirar 20 mandatos no parlamento. NICOLAS MAETERLINCK / BELGA / AFP

Na República democrática do Congo a tensão política voltou ao rubro entre militantes do partido do presidente Félix Tshisekedi e os da força política do seu antecessor Joseph Kabila. Um cenário que complica ainda mais a formação do governo no antigo Congo belga.

Foram várias as sedes de partidos a ser atacadas na capital nesta quarta-feira, segundo a polícia.

As duas coligações no poder, a UDPS, União para a democracia e o progresso social, e o PPRD, Partido para a reconstrução e democracia, respectivamente pró Tshisekedi e pró Kabila, parecem estar cada vez mais de costas voltadas.

E, com provocações de parte a parte, e ainda sem fumo à vista quanto à formação de um novo governo.

O executivo deveria contar com uma maioria de ministros pró Kabila, vencedores das legislativas.

Este aumento de tensão coincidiu com a declaração de Martin Fayulu que tanto Tshisekedi como Kabila teriam "assassinado o Estado de direito".

Aquele que continua a declarar-se como vencedor das presidenciais reagia, desta feita, ao facto de ter sido invalidada a eleição de 23 deputados do seu movimento "Lamuka" (Acorda em lingala).

O Tribunal constitucional validou, com efeito, esta semana um reforço de cerca de 20 deputados para o partido de Kabila que consegue a maioria absoluta no parlamento, não obstante não ter conseguido a vitória nas presidenciais.

Fayulu denunciou uma decisão extemporânea da justiça e anunciou uma manifestação para esta quinta de mulheres e deputados.

Ele suspendeu ainda as actividades de todos os seus parlamentares e promete uma grande marcha para dia 30, dia da independência.

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.