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Angola

Angola: ministro admite falta de sangue nos hospitais

media

O ministro da saúde Luis Gomes Sambo admitiu a falta de sangue nos hospitais de Angola, país confrontado com epidemias de febre amarela e de malária. 

O ministro da saúde Luis Gomes Sambo que por razões políticas recusou decretar o estado de emergência sanitária, como reclamou em meados de Março a UNITA, depois a CASA-CE e mais recentemente a Ong SOS Habitat, acabou por ter que admitir a carência de sangue nos hospitais do país.

Angola enfrenta desde Dezembro uma grave epidemia de febre amarela, que afecta 16 das 18 províncias do país e que oficialmente causou 250 mortos - milhares segundo a oposição - acrescida de uma epidemia de malária, além de outras patologias.

As intensas chuvas e o lixo acumulado na capital agravam a situação e só em Luanda registam-se cerca de 800 enterros por dia, com relatos de uma situação catastrófica na morgue, onde os cadáveres se acumulam. 

Mas a crise sanitária não se regista apenas em Luanda, os alertas vêm de outras províncias, com denúncias de falta de recursos humanos, sangue, medicamentos, seringas, reagentes para análises e outros produtos indispensáveis para salvar vidas.

Para a UNITA principal partido da oposição o país vive uma verdadeira tragédia, fruto da má planificação orçamental, má gestão dos recursos públicos e desprezo total para com o sector da saúde.

A crise económica, devido à baixa do preço do petróleo não é a principal causa do colapso do sistema sanitário angolano, mas sim os poucos recursos financeiros alocados ao sector da saúde, segundo a UNITA que pediu a revisão urgente do orçamento geral do Estado para 2016.

Os dirigentes e familiares de pessoas do regime viajam para o exterior quando necessitam de tratamento médico, pois não confiam no seu próprio sistema de saúde.

Avelino Miguel, correspondente em Luanda 24/04/2016 ouvir

Amanhã (25/04) assinála-se o dia Mundial da Malária, e segundo a OMS Angola, com mais de 15 óbitos por dia é o oitavo país no mundo com maior número de mortes por malária.

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.