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Angola

"Erros de Álvaro Sobrinho ditam falência do BESA"

media Antigo presidente do BES Angola, Álvaro Sobrinho https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1789951384585669&set=pic

Os antigos accionistas do BES Angola acusam Álvaro Sobrinho de ter mentido durante a entrevista que deu à TPA e na qual afirmou que a falência do banco foi uma decisão política e não por insolvência. Os accionistas declaram ainda que os erros de gestão de Sobrinho ditaram a falência da instituição bancária.

A posição dos accionistas foi divulgada através de um comunicado onde afirmam que: “O senhor Álvaro Sobrinho mentiu ao não apresentar os factos tal como eles ocorreram”.

Os accionistas “instam” as entidades competentes, Banco Nacional de Angola e Procuradoria Geral da República, a “pronunciarem-se” e manifestam toda a disponibilidade para “esclarecem a verdade”.

Na entrevista, de mais de uma hora, que deu à Televisão Pública de Angola, o antigo presidente do BESA declarou: "O banco faliu por decisão política, tendo em conta as pessoas nele envolvidas. Por isso, digo que era uma decisão política."

Álvaro Sobrinho afirmou que a situação de falência nem sequer foi declarada pelo Banco Nacional de Angola ou por uma auditoria independente. O empresário afirmou ainda que o banco sempre apresentou resultados líquidos positivos até à sua saída em 2012. O antigo dirigente precisou que, em 2010, o BESA ultrapassou pela primeira vez os 400 milhões de dólares (341,8 milhões de euros) de resultados líquidos positivos e que, quando foi afastado, era o banco com maior activo do mercado, com mais de 10 milhões de dólares (8,5 milhões de euros) de activos de fundo.

"Não houve qualquer decisão política para decretar a falência do BESA"

No comunicado, no qual são citados dois documentos, um do BNA e outro do Banco de Portugal, os acionistas referem que "não houve qualquer decisão política para decretar a falência do BESA", como foi sugerido pelo empresário luso-angolano e antigo dirigente do BESA.

Álvaro Sobrinho afirmou, ainda, ter sido alvo de ameaças por parte do antigo presidente da mesa da assembleia do BESA, Paulo Kassoma. “Disse-me claramente que se eu não aceitasse determinado tipo de condições poderia ter represálias”, como a prisão.

Afirmações desmentidas pelos accionistas que referem que Álvaro Sobrinho sabia que estava a mentir "o engenheiro Paulo Kassoma apenas ascendeu a esse cargo em 2016 na sequência do VII congresso ordinário do MPLA”.

“Conclui-se com isso que não houve qualquer decisão política para decretar a falência do BESA, como foi dito pelo senhor Álvaro Sobrinho. Decorrendo sim, dos erros da sua gestão e dos dinheiros que para si retirou, sendo esta uma questão de sua exclusiva responsabilidade”, termina o comunicado.

 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.