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Angola

"Se é para combater a corrupção, vai precisar de mais prisões"

media João Lourenço, presidente de Angola. Berlim, 22/08/18 REUTERS/Hannibal Hanschke

João Lourenço chegou à cidade Alta a 26 Setembro de 2017 e, desde então, não tem perdido tempo. No espaço de um ano arrumou a casa, exonerou os escolhidos pelo seu antecessor José Eduardo dos Santos e nomeou os da sua confiança.

Em 12 meses, cerca de 400 nomeações e 230 exonerações. As contas foram feitas pela agência portuguesa de notícias Lusa.

Uma exoneração a cada dois dias entre governantes, administradores de empresas públicas e altas chefias militar.

Para Rafael Marques, activista angolano, o actual presidente de Angola “está a fazer um trabalho fundamental no sentido de desarticular a cultura de impunidade e de pilhagem que se instalou no seio da classe do MPLA, que está no poder há 43 anos. Por isso posso dizer que o balanço é positivo (…). Há outros passos que deve dar (…) que é cuidar da economia e da reforma institucional no sentido de se diminuírem os seus poderes constitucionais e devolver o Estado aos seus soberanos, porque os poderes que o presidente tem são um perigo para a democracia e devem ser reduzidos.

Questionado sobre possíveis retaliações e criação de anticorpos dentro do MPLA, o director do site Maka Angola é peremptório: “o que João Lourenço está a fazer é fundamental e deve ter o apoio de toda a sociedade (…) anticorpos de quem? Do Higino Carneiro? (antigo ministro das Obras Públicas e antigo governador de Luanda acusado de ter esvaziado os cofres do Ministério das Obras Públicas durante a sua gestão entre 2002 a 2010). Dos ladrões que andaram a desgraçar o povo angolano? Dos seus sócios estrangeiros? Não. (…) O que deve haver também é a criação de mais estabelecimentos prisionais. Se é, efectivamente, para combater a corrupção, vai precisar de muito mais celas e cadeias para acomodar toda esta gente. Roubaram, desgraçaram um povo inteiro. Têm de ir para a cadeia. (…) Mas também é necessário reformas profundas no sistema judicial, porque também há muita corrupção no sistema judicial. (…) É preciso desmistificar essa noção [dos anticorpos], ele [João Lourenço] não está a criar anticorpos. Pelo contrário, a sociedade está claramente de acordo com esta iniciativa anticorrupção”.

Rafael Marques, activista angolano 26/09/2018 ouvir

Aline Frazão, cantora angolana, realça a necessidade de o Governo de João Lourenço apostar nas áreas sociais onde existem muitas carências, sobretudo fora de Luanda. A bandeira de luta contra a corrupção é importante, mas é preciso mais justiça social em Angola.

Aline Frazão, cantora angolana 26/09/2018 ouvir

Aline Frazão foi entrevistada por Lígia Anjos a propósito do deu último trabalho “Dentro da Chuva" que chega esta quinta-feira a Luanda.

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