Ouvir Carregar Podcast
  • 16h00 - 16h06 TMG
    Noticiário 18/08 16h00 GMT
  • 16h00 - 16h10 TMG
    Noticiário 16/08 16h00 GMT
  • 16h06 - 16h30 TMG
    Segunda parte da emissão 18/08 16h06 GMT
  • 16h10 - 16h30 TMG
    Segunda parte da emissão 16/08 16h10 GMT
  • 17h00 - 17h10 TMG
    Noticiário 16/08 17h00 GMT
  • 17h00 - 17h06 TMG
    Noticiário 18/08 17h00 GMT
  • 17h06 - 17h30 TMG
    Segunda parte da emissão 18/08 17h06 GMT
  • 17h10 - 17h30 TMG
    Segunda parte da emissão 16/08 17h10 GMT
  • 18h00 - 18h06 TMG
    Noticiário 18/08 18h00 GMT
  • 18h00 - 18h10 TMG
    Noticiário 16/08 18h00 GMT
  • 18h06 - 18h30 TMG
    Segunda parte da emissão 18/08 18h06 GMT
  • 18h10 - 18h30 TMG
    Segunda parte da emissão 16/08 18h10 GMT
  • 19h00 - 19h06 TMG
    Noticiário 18/08 19h00 GMT
  • 19h00 - 19h10 TMG
    Noticiário 16/08 19h00 GMT
  • 19h06 - 19h30 TMG
    Segunda parte da emissão 17/08 19h06 GMT
  • 19h10 - 19h30 TMG
    Segunda parte da emissão 16/08 19h10 GMT
Para aproveitar em pleno os conteúdos mutimedia, deve ter o plugin Flash instalado no seu navegador. Para estabelecer a ligação deve activar os cookies nos parâmetros do seu navegador. Para poder navegar de forma ideal o site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e + etc.
Angola

Eduardo dos Santos desmente Lourenço

media José Eduardo dos Santos, durante uma conferência de imprensa na sede da sua fundação FESA, Luanda, 21 de Novembro de 2018. AMPE ROGÉRIO/LUSA

Na véspera da visita oficial de João Lourenço a Portugal, José Eduardo dos Santos veio a público desmentir o seu sucessor e garante que deixou 15 mil milhões de dólares nos cofres do Estado.

Em conferência de imprensa, sem direito a perguntas, o ex-presidente de Angola garante que deixou um orçamento de Estado pronto para o actual presidente angolano e lembrou que em 38 anos de governação conseguiu manter o país “relativamente estável”.

José Eduardo dos Santos, nesta breve declaração à imprensa, começou por desmentir o seu sucessor: “Não deixei os cofres do Estado vazios, quando na segunda quinzena do mês de Setembro de 2017 fiz a entrega das minhas funções ao novo Presidente de República. Nessa altura, mais de 15 mil milhões de dólares o Estado tinha nas contas do Banco Nacional de Angola, como reservas internacionais líquidas”.

Na semana passada, numa entrevista ao jornal português Expresso, João Lourenço sublinhou ter encontrado os cofres do Estado vazios: “esta é a situação que encontrámos: os cofres do Estado já vazios com a tentativa de os esvaziarem ainda mais”.

O ex-Presidente angolano disse esta tarde que deixou um orçamento de Estado pronto para o actual chefe de Estado, mas que este preferiu elaborar um novo documento.

No Orçamento Geral do Estado de 2017 o total da despesa era igual à previsão do total da receita e o défice era de cerca de 6%, por isso em Setembro de 2017 deixamos pronta uma proposta do orçamento para 2018. A nova equipa não quis seguir a proposta [de Orçamento Geral do Estado] que deixamos”.

José Eduardo dos Santos fez ainda questão de lembrar que em 38 anos de governação conseguiu manter o país “estável”.

Apesar da crise provocada pela redução do preço do petróleo bruto, que chegou até aos 38 dólares por barril, tínhamos a economia sob controlo. Não desvalorizamos a moeda, pagamos regularmente os salários dos funcionários públicos, incluindo o décimo terceiro mês, e mantivemos o poder de compra dos salários fazendo actualizações em função da taxa de inflação. Com a produção nacional garantimos os produtos da cesta básica.

Na semana passada, numa entrevista ao jornal português Expresso, João Lourenço denunciou a ausência de uma “verdadeira passagem de pasta” por parte de José Eduardo Santos e alertou para uma “anormalidade com despachos feitos em vésperas” da investidura.

Sobre estes assuntos, esta quarta-feira, José Eduardo dos Santos não falou.

José Eduardo dos Santos, ex-presidente de Angola 21/11/2018 ouvir

Com a colaboração de Daniel Frederico, correspondente em Angola.

Sobre o mesmo assunto
 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.