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Angola

Médicos angolanos ameaçam ir para a greve

media Médicos angolanos esperam por resposta do Governo (imagem de ilustração) Getty Images/Burke/Triolo Productions

Mais de cem médicos angolanos manifestaram hoje nas ruas de Luanda, e noutras cidades do País, para exigir melhores condições de trabalho, ao mesmo tempo que pediram aumento de salários, e a colocação de 1.500 colegas que se encontram no desemprego

Os médicos angolanos vieram para as ruas da capital, mas também manifestaram noutras cidades do País, pedindo que o Ministério da Saúde cumpra o seu caderno reivindicativo, e prometeram entrar em greve, se tal não for o caso.

Os manifestantes exibiam cartazes onde se podia ler : "Governantes, façam consultas nos hospitais públicos", ou então "Exigimos boas condições de trabalho e de vida".

Segundo o Sindicato Nacional dos Médicos, esta é a resposta ao silêncio do Governo quanto às suas profissões, salários e condições de trabalho, e não excluem a possibilidade de iniciar um grupo de acções que podem culminar com um movimento de greve.

Segundo disseram, vão aguardar até 2 de Março que o Governo manifeste vontade para negociar, e se isso não acontecer, tomarão, decerto, a decisão de decretar uma greve.

Recorde-se que, em Novembro de 2018, os médicos tinham realizado uma greve de três dias, que a entidade patronal considerou então ilegal.

 

Oiça aqui a crónica de Avelino Miguel, correspondente da RFI em Luanda

Correspondência de Avelino Miguel, em Luanda 16/02/2019 ouvir

 

 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.