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Angola

Angola/Mpla: Tchizé dos Santos não foi excluída do Congresso

media Presidente do MPLA e de Angola, João Lourenço e o seu antecessor em ambos os cargos, José Eduardo dos Santos, durante o congresso extraordinário do MPLA este 8 de Setembro em Luanda. Lusa

O MPLA tem congresso extraordinário agendado para este sábado no Complexo turístico Futungo 2, a sul de Luanda. O partido, no poder em Angola desde a independência em 1975, garante que "Tchizé" dos Santos, suspensa do Comité central, poderia participar no conclave por não ter sido expulsa.

Welwitchea José dos Santos, mas mais conhecida como Tchizé dos Santos, é uma das filhas do antigo chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, e antecessor de João Lourenço no cargo e na presidência do MPLA (Movimento popular de libertação de Angola).

Actualmente radicada no Reino Unido ela é alvo desde 7 de Junho de um processo disciplinar por parte do Comité central, órgão que a suspendeu.

Assim sendo a deputada do MPLA em causa poderia participar no congresso do partido como militante de base.

No entanto parece inverosímil que tal venha a ocorrer, por ela se encontrar no estrangeiro, bem como o seu pai, aliás.

José Eduardo dos Santos deveria regressar, por seu lado a Angola na próxima semana, segundo o Correio da Kianda, e isto após uma ausência do país, para consultas médicas em Espanha de quase dois meses.

Tchizé dos Santos afirmara a 10 de Maio passado que o actual chefe de Estado estaria a fazer "um golpe de Estado às instituições" e pedia a destituição de João Lourenço que acusava de atitudes ditatoriais.

A deputada alegara viver involuntariamente no estrangeiro, devido à doença da filha, e denunciava a intimidação que sofria no seio do seu partido.

Também o grupo parlamentar do MPLA aconselhou a supensão temporária do seu mandato por a deputada ter estado ausente das sessões legislativas há mais de 90 dias.

Este foi um caso comentado à RFI por Paulo Pombolo, secretário para a informação e propaganda, do partido que governa Angola desde a independência em 1975.

Ele levanta-nos o véu sobre os pontos em agenda no sétimo congresso extraordinário do MPLA, que vai decorrer sob o lema " MPLA e os novos desafios".

Devem participar no fórum 2 591 delegados, sob a batuta de João Lourenço. Este sucedeu a José Eduardo dos Santos na liderança do partido no congresso de 8 de Setembro de 2018.

O Comité central do MPLA será alargado para contar doravante com 497 membros, num esforço de "rejuvenescimento".

A preparação das eleições autárquicas do próximo ano será tema em agenda com o MPLA a reiterar a sua posição em prol do gradulismo, ou seja que o escrutínio inédito no país teria lugar apenas num grupo restrito de municípios.

Um ponto de vista que contraria a oposição exigindo uma votação em todas as autarquias.

O MPLA descarta ter havido qualquer vontade em restringir o acesso da imprensa privada ao conclave.

E isto contrariamente às informações veiculadas dando conta de que, devido à configuração da sala e o seu número restrito de lugares, só a imprensa pública teria acesso garantido ao perímetro do mesmo.

Confrontado com a falta de representação de figuras cimeiras do governo ou do partido no poder nas exéquias do antigo líder da UNITA, maior força da oposição, o porta-voz do MPLA afirmou que se tratava de um "processo encerrado".

Jonas Savimbi foi sepultado em Lopitanga, no Bié, no centro de Angola, a 1 de Junho passado, 17 anos após ter sido abatido em combate no Moxico, no leste do país.

A cerimónia, viabilizada pelas autoridades angolanas, ocorreu a pedido de familiares do antigo presidente do movimento do galo negro.

Ouça aqui a entrevista de Paulo Pombolo, porta-voz do MPLA.

Convidado Paulo Pombolo 14/06/2019 ouvir
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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.