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Angola

Angola: refugiados querem regressar de forma voluntária à RDC

media Refugiados de Angola Junior D. Kannah / AFP

85 por cento do refugiados congoleses, alojados no centro de acolhimento do Lóvua, na província da Lunda-Norte, em Angola, queixa-se da degradação das condições alimentares e logísticas do campo. E quer regressar de forma voluntária à RDC.

Os números são avançados por uma sondagem feita pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.

Tomé Azevedo, do Seviço Jesuíta de Refugiados explica que a degradação socio-económica do campo da Lunda-Norte deve-se à falta de dinehiro, na sequência de cortes de verba, de 20 a 30 por cento, levados a cabo pelos doadres internacionais, tais como França, Inglaterra e Estados Unidos.

Oiça aqui Tomé Azevedo, do Serviço Jesuíta aos Refugiados:

Tomé Azevedo, Serviço Jesuíta aos Refugiados 19/07/2019 ouvir

Os refugiados congoleses queixam-se da degradação das condições alimentares e de alojamento do campo do Lóvua.

Dizem que dormem no chão, ao frio, sem cobertas.

Falta-lhes ainda assistência médica e medicamentosa.

Por outro lado, deixaram de ter ocupação. Estão inactivos, passando o dia sentados sem nada para fazer.

Os refugiados da Lunda-Norte querem regressar à RDC até setembro para as crianças ingressarem na escola já no próximo ano lectivo.

No entanto, Tomé Azevedo diz que o regresso vai ainda demorar porque está ainda a constituir-se uma "comissão tripartida" para tratar do assunto, composta pelos governos de Angola e da RDC e pelo ACNUR.

No entanto, como não existe governo na RDC, não tem sido possível encontrar um interlocutor, o que, segundo o Serviço Jesuíta aos Refugiados, tem atrasado o processo.

Tomé Azevedo revela ainda que, desde 2017, nasceram já cerca de 2 mil crianças no campo de refugiados do Lóvua, onde a taxa de natalidade "é muito elevada".

Segundo o responsável do Serviço Jesuíta aos Refugiados, o governo angolano está a registar as crianças que nasceram no campo, e a conceder-lhes "a cédula de naturalidade".

 

 

 

 

 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.