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Artigo

Espanha faz balanço de operação antidrogas realizada com ajuda da PF

media Policiais incineram cocaína apreendida. AFP/Mauricio Limau

A Guarda Civil Espanhola divulgou nesta quinta-feira um balanço da operação policial que desmantelou uma rede de tráfico de drogas que atuava entre a Europa e a América do Sul. O chefe do grupo é o colombiano Alexander Pareja, preso no dia 31 de maio pela Polícia Federal no Rio de Janeiro. Ao todo, 575 quilos de cocaína foram apreendidos e 74 pessoas foram presas em diversos países.

A operação, realizada com a ajuda de agentes antidrogas dos Estados Unidos, da PF e agentes da alfândega francesa, também resultou na apreensão de 11 armas de fogo, incluindo um rifle de assalto. Com os traficantes foram apreendidos 588 mil euros e US$ 7 milhões em dinheiro, declarou a Guarda Civil espanhola em um comunicado.

O chefe da organização criminosa, Alexander Pareja, tinha sido detido no Rio de Janeiro em junho. O traficante colombiano morava no país havia 11 anos e dirigia uma rede complexa de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Os outros 73 detidos, incluindo quatro mulheres, são espanhóis, colombianos, portugueses, iranianos e bolivianos. Eles foram desmascarados na Espanha e no Brasil.

A droga era enviada à Espanha escondida em contêineres de transporte de peixes congelados e depois transferida para cinco laboratórios clandestinos nas províncias de Málaga e Córdoba (sul da Espanha) e na região metropolitana de Madri, onde a cocaína era processada antes de ser vendida na Espanha, França e Itália. Segundo a Guarda Civil espanhola, a droga era transportada em fundos duplos instalados em carrocerias de carros. Policiais de Marselha (sul da França) apreenderam nessas condições 30 quilos de cocaína traficados pelo grupo.

O dinheiro obtido com a venda da droga na Europa era levado para o Brasil por meio de "mulas", pessoas que se dispunham a carregar a droga acondicionada em faixas enroladas no corpo. Uma das "mulas", uma mulher não identificada pela polícia, foi presa no aeroporto de Madri quando tentava sacar dinheiro num caixa eletrônico.

Pareja estava incluído no alerta vermelho da Interpol, que lista os criminosos internacionais mais procurados do mundo. Ele já tinha sido preso na Operação Platina, em 2007, por lavagem de dinheiro e tráfico internacional de drogas, mas foi solto pela justiça brasileira. Desde então, Pareja vivia na Barra da Tijuca, no Rio.

 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.