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Brasil

Pizzolato será julgado por falsidade ideológica na Itália

media Foragido desde novembro, Henrique Pizzolato foi preso na Itália. Agência Brasil/ EBC

A polícia italiana confirmou hoje (6) que Henrique Pizzolato vai responder pelo crime de falsidade ideológica e falsificação de documentos. Ele pode ser condenado a uma pena de até três anos de prisão. A informação foi divulgada durante entrevista coletiva pelos policiais italianos responsáveis pelo caso em Modena, no norte da Itália.

Com a colaboração de Rafael Belincanta, correspondente da RFI na Itália

Henrique Pizzolato, de 61 anos, que estava foragido desde novembro de 2013, foi detido ontem pela polícia italiana na cidade de Maranello. Entre os documentos encontrados, no momento da prisão, estão um passaporte brasileiro e carteiras de identidade falsas, todos em nome Celso Pizzolato, irmão do ex-diretor de marketing do BB, falecido há 34 anos.

A coletiva de imprensa, na manhã desta quinta-feira, aconteceu na sede do comando central dos Carabinieri de Modena, no Norte da Itália, para onde Pizzolato foi levado depois de sua prisão. O tenente-coronel Carlo Carrozo confirmou que na casa de seu sobrinho, Fernando Grando, onde o fugitivo estava com sua mulher, Andrea, foram encontrados 15 mil euros e um estoque de comida.

Detalhes da detenção

A polícia pensa que Pizzolato estava no apartamento alugado pelo sobrinho que trabalha na Ferrari, sediada na cidade, há uma semana. Os policiais que vigiavam o local perceberam que ainda havia gente no apartamento, depois que Fernando Grando saía para o trabalho. Eles cortaram a luz e uma pessoa saiu do apartamento para verificar a pane, confirmando a suspeita. Os policiais então bateram na porta e a mulher de Pizzolato abriu.

No momento da detenção, o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil mostrou primeiro um documento falso, mas acabou se entregando.

Caso transferido

O caso agora foi para o Ministério do Interior. Em Roma, nenhum pronunciamento sobre a possibilidade de extradição de Henrique Pizzolato ao Brasil foi feito por enquanto. As autoridades esperam um pedido formal do Brasil. Mas como Pizzolato é cidadão italiano e agora também cometeu um crime na Itália, a extradição não é garantida.

Henrique Pizzolato era o único dos 25 condenados do processo do mensalão que estava foragido. Ele foi condenado pela justiça brasileira por corrupção e lavagem de dinheiro a 12 anos e 7 meses de prisão. Ele teria fugido do Brasil em setembro pela Argentina.
 

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