Ouvir Carregar Podcast
  • 16h00 - 16h10 TMG
    Noticiário 13/09 16h00 GMT
  • 16h00 - 16h06 TMG
    Noticiário 15/09 16h00 GMT
  • 16h06 - 16h30 TMG
    Segunda parte da emissão 15/09 16h06 GMT
  • 16h10 - 16h30 TMG
    Segunda parte da emissão 13/09 16h10 GMT
  • 17h00 - 17h10 TMG
    Noticiário 13/09 17h00 GMT
  • 17h00 - 17h06 TMG
    Noticiário 15/09 17h00 GMT
  • 17h06 - 17h30 TMG
    Segunda parte da emissão 15/09 17h06 GMT
  • 17h10 - 17h30 TMG
    Segunda parte da emissão 13/09 17h10 GMT
  • 18h00 - 18h10 TMG
    Noticiário 13/09 18h00 GMT
  • 18h00 - 18h06 TMG
    Noticiário 15/09 18h00 GMT
  • 18h06 - 18h30 TMG
    Segunda parte da emissão 15/09 18h06 GMT
  • 18h10 - 18h30 TMG
    Segunda parte da emissão 13/09 18h10 GMT
  • 19h00 - 19h10 TMG
    Noticiário 13/09 19h00 GMT
  • 19h00 - 19h06 TMG
    Noticiário 15/09 19h00 GMT
  • 19h06 - 19h30 TMG
    Segunda parte da emissão 15/09 19h06 GMT
  • 19h10 - 19h30 TMG
    Segunda parte da emissão 13/09 19h10 GMT
Para aproveitar em pleno os conteúdos mutimedia, deve ter o plugin Flash instalado no seu navegador. Para estabelecer a ligação deve activar os cookies nos parâmetros do seu navegador. Para poder navegar de forma ideal o site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e + etc.
Brasil

Justiça da Itália julga pedido de extradição de Henrique Pizzolato

media Ex-diretor do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, foi condenado a 12 anos e 7 meses de prisão no julgamento do mensalão. José Cruz/ Agência Brasil(19/08/2005)

A Corte de Bolonha julga nesta terça-feira (28) o pedido de extradição do ex-diretor do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato. O governo brasileiro pede que ele cumpra a pena de 12 anos e 7 meses de prisão por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro em um presídio no Brasil.

Caso o pedido de extradição seja aprovado pela justiça italiana, o condenado no julgamento do mensalão poderá recorrer. Se for negado, o Brasil poderá requerer que Pizzolato cumpra a pena na Itália.

O Ministério Público da Itália já se manifestou a favor da extradição, mas a decisão final cabe ao Tribunal de Bolonha. A Justiça italiana poderia aplicar o artigo 12 da Convenção das Nações Unidas contra a criminalidade transnacional, ratificada pela Itália e pelo Brasil em 2004. A Convenção estabelece que o réu pode cumprir a pena na Itália.

Prisão em Módena

Com o julgamento do mensalão, Pizzolato, que tem dupla nacionalidade, fugiu para a Itália, mas foi preso em fevereiro deste ano com documentos falsos. Desde então, o ex-diretor do Banco do Brasil está detido em Módena, cumprindo um mandado de prisão internacional da Interpol.

Pizzolato alega que se refugiou na Itália porque acredita que sua pena é injusta e que não aceita cumpri-la. Segundo ele, durante o julgamento, foram ignoradas provas sobre sua inocência e que ele foi condenado em um "processo político" pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ou seja, sem direito a recorrer da sentença em um novo tribunal .

Sobre o mesmo assunto
 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.