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Cabo Verde

PM de Cabo Verde nega a existência de tensão social

media Ulisses Correia e Silva, primeiro-ministro de Cabo Verde PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP

Por ocasião ontem da celebração do Dia da Liberdade e da Democracia em Cabo Verde, para marcar o aniversário do 13 de Janeiro de 1991, dia em que foram organizadas as primeiras eleições multipartidárias no país após 16 anos de regime de partido único, o primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva desmentiu a existência de tensão social no arquipélago, aludindo às manifestações de protesto ocorridas em 2018, mas não deixou de referir estar "atento aos sinais".

À margem da sessão solene especial comemorativa do Dia da Liberdade e da Democracia, questionado sobre o contexto vivenciado no seu país, Ulisses Correia e Silva considerou que “é preciso não dramatizar. As manifestações em 2018 não foram assim tantas. Não se pode extrapolar para dar uma ideia de que há tensão social e um grande descontentamento social, porque isso não é verdade”.

Ao recordar que “as pessoas são livres de se manifestar, seja por que motivo for, desde que seja no quadro do respeito da lei e da sã convivência democrática e sem violência”, o chefe do governo cabo-verdiano também sublinhou que "se hoje há manifestações, é porque as pessoas se sentem livres".

Primeiro-ministro cabo-verdiano Ulisses Correia e Silva em declarações recolhidas pela agência Lusa 14/01/2019 ouvir

Estas considerações foram feitas pouco depois de, na mesma acção solene, o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Santos, ter-se referido à necessidade de se estar atento aos “sinais e alertas” e garantir “respostas às inquietações de uma sociedade civil cada vez mais actuante". No dia anterior, comentando igualmente o clima político do país, José Maria Neves, do PAICV na oposição, antecessor do actual primeiro-ministro, tinha quanto a si denunciado uma crispação entre os partidos políticos.

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