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Artigo

Homem que assiste muita televisão tem esperma mais fraco, afirma estudo

media Pesquisadores associam a baixa qualidade do esperma ao tempo passando diante da televisão. REUTERS/Cris Toala Olivares

Um estudo realizado pela Harvard School of Public Health afirma que os homens que passam mais de 20 horas por semana em frente à televisão tem uma qualidade de esperma inferior aos demais. Já a prática de exercício físico é apontada como um elemento positivo para a produção de espermatozóides.

Os pesquisadores norte-americanos analisaram amostras de esperma de 189 homens, entre 18 e 22 anos, e completaram o estudo com questões sobre o modo de vida de cada um, como a prática de exercícios físicos, a alimentação e as formas de lazer. Os cientistas da Harvard School of Public Health de Boston constataram que o grupo que passava mais de 20 horas semanais assistindo televisão tinha uma concentração de espermatozóides 44% menor que o grupo que passava menos tempo diante da telinha.

Já a prática de exercícios físicos parece obter um efeito contrário, segundo um outro estudo do British Journal of Sports Medicine. A pesquisa afirma que os homens que dedicam pelo menos 15 horas por semana a um exercício tem uma concentração de sêmen 73% superior àqueles que se exercitam menos de cinco horas por semana. No entanto, em ambas as análises, a concentração de espermatozóides é suficiente para garantir a reprodução.

A comunidade científica vem notando há décadas a queda da qualidade do esperma nos países desenvolvidos, mas poucos foram os estudos que conseguiram identificar as causas desse fenômeno. O modo de vida sedentário dessas populações é frequentemente apontado como uma das razões possíveis.
 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.