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Artigo

Manet ganha retrospectiva no Museu d'Orsay

media "A Amazona", uma das pinturas mais famosas de Édouard Manet. Musée d'Orsay

 

De 5 de abril a 3 de julho, em Paris, cerca de 200 obras do francês Édouard Manet poderão ser apreciadas pelo público. Entre as telas expostas está "O Homem Morto", de 1864, considerado um dos quadros mais belos do mundo.

Manet, que nasceu em 1832 e morreu 51 anos depois, era amigo do seu quase homônimo Claude Monet e de outros artistas impressionistas, mas sempre trabalhou individualmente e nunca aderiu ao movimento.A exposição quer situar Manet historicamente, entre a herança do romantismo e a força dos seus contemporâneos.

Com mais de 200 obras, a mostra é organizada por temas e começa com um quadro em que o pintor aparece ao lado do escritor Charles Baudelaire, autor de "As Flores do Mal". Outros escritores e poetas posaram para Manet, como Émile Zola, Stéphane Mallarmé e as pintoras impressionistas Berthe Morisot e Eva Gonzalèz,que aparecem em uma série de quatro telas dedicadas à beleza feminina. E Manet, conhecido como romântico e conquistador, era famoso por pintar as mulheres com rara sensibilidade. O cartaz da exposição é um exemplo, mostrando "A Amazona", mulher vestida de negro sob fundo azul céu, pintada entre 1882 e 1883.

Entre as obras do artista que raramente podem ser vistas na França, se encontram "O Homem Morto", pintada entre 1864, cujos tons sombrios ilustram a diferença entre Manet e os impressionistas, assim como "A Cantora das Ruas", de 1862. As duas telas vieram de museus norte-americanos.

As naturezas mortas de Édouard Manet também ganharam um espaço especial na exposição e os críticos de arte não exageram quando dizem que ele é capaz de emocionar com a simples imagem de um limão ou de um aspargo.

"Manet, o inventor do moderno" pode ser vista até 3 de julho, no museu d'Orsay, em Paris.
 

 
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