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Artigo

Obra interativa inspirada em "flashmob" vence Bienal de Veneza

media O artista Tino Sehgal, com o Leão de Ouro nas mãos, ao lado dos organizadores da Bienal de Veneza, em 2 de junho de 2013. DR

O júri da 55ª Bienal de Arte de Veneza anunciou os seus principais laureados neste domingo. O Leão de Ouro foi conquistado pelo britânico Tino Sehgal e o Leão de Prata para a francesa Camille Henrot. Angola venceu na categoria dos pavilhões nacionais.

O primeiro prêmio da mostra foi conquistado pelo anglo-alemão M.Sehgal, " pela excelência e dimensão inovadora de seu trabalho que elimina as fronteiras entre as disciplinas artísticas", como descreve o comunicado oficial. A explicação é simples: a obra premiada, que não tem título, não é um objeto, mas uma espécie de "flashmob" que mostra a interação de um grupo de atores deitados ou sentados que, imóveis, entoam um canto ritmado entre os visitantes da exposição.

A francesa Camille Henrot conquistou o Leão de Prata com a obra "Grosse Fatigue" ("Grande Cansaço", em tradução livre), um vídeo sobre a história do mundo e a evolução das espécies contadas em 13 minutos em ritmo de "slam" (forma poética de declamação).

 

Neste ano, foi batido o recorde de pavilhões nacionais, 88 no total, inclusive com a participação do Vaticano pela primeira vez. Angola, que também estreou na mostra, justificou o prémio pela capacidade de reflexão do espaço do curador Beyond Entropy e do fotógrafo Edson Chagas. As imagens da capital Luanda fazem parte de uma série chamada "Found not taken" que convida os visitantes a refletir, a partir de objetos cotidianos, sobre temas mais profundos como capitalismo, sociedade de consumo de tradições.

A artista multimídia norte-americana Sharon Hayes, o italiano Roberto Cuoghi e os pavilhões da Lituânia e Chipre, receberam menções especiais pelo conjunto de suas obras. O pavilhão do Japão também foi laureado pela temática da colaboração e do fracasso.

 

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