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Artigo

Centenário de Albert Camus não tem homenagens na França

media O escritor Albert Camus também era famoso por sua imagem, sempre com uma capa e um cigarro no canto da boca. AFP

Há exatamente cem anos, em 7 de novembro de 1913, nascia Albert Camus, escritor francês originário da Argélia. Prêmio Nobel de Literatura em 1957, Camus é um dos escritores mais lidos no mundo e até hoje a sua filosofia continua a inspirar os intelectuais. Apesar da sua importância, o centenário de Camus não foi celebrado na França devido a algumas polêmicas de menor importância.  

Albert Camus é um dos escritores franceses mais famosos do século 20, um mito traduzido em 40 idiomas. Seu pensamento de resistência e luta contra a morte e a miséria, fez escola em todo o planeta. "O Estrangeiro" e "A Peste" são referências da literatura mundial, símbolos de sua reflexão política e filosófica. Romances, ensaios, peças de teatro e trinta livros compõem sua obra, coroada com o Prêmio Nobel em 1957.

Sem comemorações, mas inesquecível

Diante da celebridade de Albert Camus, esperava-se diversas homenagens ao autor. Mas uma série de polêmicas acabaram, infelizmente, fechando as portas a mostras e eventos em torno de sua obra. A Biblioteca da França e o Centro Georges Pompidou acabaram cancelando as exposições programadas para a data.

Apenas uma exposição viu a luz do dia, "Albert Camus, cidadão do mundo", em cartaz em Aix-en-Provence, no sul do país, até o dia 4 de janeiro de 2014. Nesta data, em 1960, Camus morreu em um acidente de carro em Villeblevin, na França, aos 46 anos.

As explicações para a falta de homenagens a Camus são muitas, entre elas, conflitos com a filha e herdeira do escritor. Parte dos intelectuais e historiadores também critica sua postura contra a independência da Argélia da França. Esses fatores, porém, são conflitos internos de menor importância que não deveriam ter nenhum peso diante da obra espetacular do escritor.

 

 

 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.