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Artigo

Cidade de Senlis comemora 150 anos da pintora Séraphine

media Séraphine de Senlis no Museu de Maillol em Paris Flickr/ Creative Commons

Senlis, a 40km ao norte de Paris, homenageia sua filha mais ilustre, a pintora primitiva Séraphine Louis, que ficou mais conhecida como Séraphine de Senlis. De origem humilde e autodidata, a artista acabou ganhando projeção mundial.

A exposição “Séraphine de Senlis, da sombra à luz” é um dos pontos altos das homenagens para celebrar os 150 anos de nascimento da pintora, em 1864, em Arsy (Oise). Ela morreu em Villers-sous-Erquery, aos 78 anos, em 1942.

Em 2008, a atriz Yolande Moreau viveu Séraphine no cinema. O filme retratou as origens modestas e o trabalho solitário da artista, que preparava ela mesma suas tintas e pintava no escuro, à luz de velas. As obras eram realizadas nos horários livres de Séraphine, que trabalhava como doméstica nas residências burguesas de Senlis. As inspirações para as pinturas vinham da religião e da natureza.

O colecionador de arte alemão Wilhelm Uhde, morador de Senlis, descobre o trabalho de Séraphine. Ele apóia a artista, mas é obrigado a deixar a França em 1914. O contato é retomado em 1927, dando condições a Séraphine para investir em quadros de dois metros de altura.

Loucura

As vendas de quadros trazem prosperidade financeira a Séraphine, mas o interesse por suas obras diminue com a recessão e ela dilapida sua próprio patrimônio. Aos poucos, ela vai sendo consumida por problemas psicológicos e em 1932, ela é internada com “psicose crônica” e nunca mais pinta.

Mas as obras de Séraphine continuam circulando em exposições, como a dos “Primitivos Modernos”, em Paris, e “Mestres Populares da Realidade”, no MoMA, de Nova York. Ela ganha uma mostra solo em 1945, em Paris. O museu Maillol, de Paris, também dedica uma grande retrospectiva de Séraphine, em 2011.

A mostra “Séraphine de Senlis, da sombra à luz” fica em cartaz até 26 de janeiro de 2015, no Museu de Arte e Arqueologia de Senlis.
 

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