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Artigo

Inaugurado primeiro gasoduto que liga a Rússia à Europa pelo Mar Báltico

media Terminal do gasoduto Nord Stream, em Lubmin, na costa báltica da Alemanha. REUTERS/Tobias Schwarz

A chanceler alemã, Angela Merkel, o presidente russo, Vladimir Putin, o primeiro-ministro da França, François Fillon, e da Holanda, Mark Rutte, inauguram nesta terça-feira na Alemanha o gasoduto Nord Stream, um projeto de 7,4 bilhões de euros que fornecerá combustível diretamente da Rússia à Europa passando pelo Mar Báltico.

As duas novas tubulações de 1.200 quilômetros cada uma, a primeira já inaugurada e a segunda no ano que vem, tem uma importância estratégica. A Rússia é responsável pelo fornecimento de 25% do gás consumido na Europa, mas como tinha que passar pelos territórios da Ucrânia e da Polônia, a entrega era frequentemente interrompida por causa de desentendimentos entre esses países e a estatal russa Gazprom, maior produtora de gás natural do mundo. Agora, o novo gasoduto Nord Stream fará a ligação entre a Rússia e a Alemanha exclusivamente pelo Mar Báltico.

Até o fim de 2012, serão fornecidos aos europeus 55 bilhões de metros cúbicos de combustível por ano, abastecendo 26 milhões de residências. O volume equivale à energia produzida por onze centrais nucleares.

Com a recente decisão da Alemanha de abandonar seus projetos de construção de usinas nucleares - após o acidente de Fukushima -, o gasoduto ganha maior importância. O ex-chanceler alemão Gerhard Schröder preside o Conselho de Segurança do Nord Stream. Além da Gazprom, o consórcio conta com as empresas alemãs Basf e Eon, a holandesa Gasunie e a francesa GDF Suez.

O grupo garante que o projeto não provoca danos ecológicos e informa que gastou cerca de 100 milhões de euros (240 milhões de reais) em pesquisas para evitar riscos ao meio ambiente.

 
Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.