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Artigo

Prefeitos desafiam governo português sobre ponto facultativo no Carnaval

media O premiê português, Pedro Passos Coelho, durante a cúpula da União Europeia em Bruxelas no último dia 30 de janeiro. REUTERS/Eric Vidal

Prefeitos das principais cidades portuguesas decidiram enfrentar a decisão do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho e mantiveram o ponto facultativo na terça-feira de Carnaval. As prefeituras de Porto, Sintra, Cascais e Torres Vedras pretendem liberar seus funcionários para a festa. A questão passou a ser uma verdadeira batalha política no país, demonstrando quem é fiel ao governo e quem não está sendo leal à política de austeridade.

Adriana Niemeyer, correspondente em Lisboa

O Carnaval em Portugal nunca foi uma grande festa se comparada com outras celebrações mais tradicionais como Santo Antônio, em Lisboa, ou São João, no Porto. Este ano, porém, a decisão do primeiro-ministro Passos Coelho de abolir o ponto facultativo na terça-feira de Carnaval cai como um banho de água fria na animação popular. Com o argumento de que a crise econômica no país é grave, o premiê convocou oficialmente os portugueses a trabalhar no feriado.

Em declaração à imprensa, Passos Coelho disse que "não quer que se repita o cenário vergonhoso do ano passado quando a equipe da troika (formada pelo FMI, o Banco Central Europeu e a Comissão Europeia) estudava as medidas de austeridade durante o dia e a noite, fechada nos seus gabinetes, enquanto os portugueses festejavam o Carnaval nas ruas sem preocupações". "Não estamos num momento para falar de tradições, mas de trabalho para vencer a crise", justificou Passos Coelho. O chefe de governo conservador pretende abolir outros quatro feriados ainda neste ano.

Contrários à medida, os prefeitos de Porto, Sintra, Cascais e Torres Vedras decidiram liberar seus funcionários do trabalho na próxima terça-feira.

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.