"Não há nenhuma dúvida de que o caso de 22 de julho termina hoje", declarou Geir Lippestad, depois de um último encontro com seu cliente na prisão de segurança máxima de Skien. "Ele mantém a posição de não apelar", reiterou sua outra advogada, Vibeke Hein Baera.
No dia 22 de julho de 2011, Breivik matou 77 pessoas: oito delas em um atentado a bomba, próximo à sede do governo em Oslo e as outras 69, em sua maioria adolescentes, a tiros em um acampamento para a juventude trabalhista, na Ilha de Utoeya. Ele próprio chamou seus ataques de "atrozes, mas necessários" e acusou suas vítimas de promover o multiculturalismo na Noruega.