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Artigo

Alemanha inaugura memorial aos ciganos vítimas do nazismo

media A chanceler alemã Angela Merkel REUTERS/Christian Hartmann

Quase 65 anos depois do Holocausto, a chanceler alemã, Angela Merkel, inaugura esta manhã um memorial aos ciganos vítimas do nazismo. Cerca de 500 mil ciganos, considerados racialmente inferiores, foram exterminados pelo regime de Hitler.

O memorial aos ciganos vítimas do nazismo fica em frente ao parlamento alemão, em Berlim, perto do monumento em memória dos judeus que morreram no Holocausto. O projeto do memorial, um poço com uma lápide no centro decorada a cada dia com uma flor fresca, é de autoria do artista israelense Dani Karavan.

O Holocausto contra os ciganos foi durante muito tempo negado, não somente na Alemanha, mas também na França ocupada ou em outros países do leste europeu. O governo alemão reconheceu finalmente esse genocídio em 1982.

Neste momento em que os ciganos continuam sendo discriminados em vários países da Europa ocidental, a inauguração do memorial pode chamar a atenção para a situação da maior minoria étnica da Europa. Atualmente, 11 milhões de ciganos vivem no continente, sendo 7 milhões em países que integram a União Europeia. Eles são vítimas de preconceitos e racismo e são os mais pobres da região.

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