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Artigo

Renzi anuncia 10 bilhões de euros em reduções de impostos

media O premiê italiano Matteo Renzi REUTERS/Giampiero Sposito

O primeiro ministro da Itália, Matteo Renzi, anunciou nesta quarta-feira uma baixa histórica de 10 bilhões de euros nos impostos. A redução incidirá sobre 10 milhões de pessoas que recebem menos de 25 mil euros por ano, apesar de significar uma perda importante para o Estado, deve ser revertido em consumo. Pelo menos é o que espera o governo.

 

"Para nós, é evidente que colocar mil euros a mais (por ano) nos bolsos dos italianos impulsionará o consumo. Trata-se de uma medida de atenção e equidade, uma medida de dimensão histórica", anunciou o premiê na coletiva de imprensa em que apresentou suas primeiras medidas concretas desde que assumiu o Executivo.

De acordo com Renzi, o Estado tem "meios para financiar" essas reduções de impostos, sem desrespeitar a norma da União Europeia que limita o déficit a 3% do PIB. "Li polêmicas (nos jornais) sobre a 'cobertura' destas despesas", disse o chefe do Estado. "É incrível que alguém duvide (das possibilidades financeiras do país). O dinheiro para recolocar estes 10 bilhões de euros nos bolsos dos italianos está aqui", garantiu.

Manobra financeira

Em seguida, Renzi explicou que o conselho de ministros conseguiu separar estes 10 bilhões de euros com base "em economias sobre as despesas públicas, condições macroeconômicas gerais (baixa dos juros da dívida externa italiana), sem aumento de impostos".

O premiê anunciou ainda uma baixa de 10% sobre um imposto profissional para empresas, que será financiada por uma alta de 20% a 26% das taxações sobre operações, exceto a compra de títulos da dívida pública. As novas regras fiscais italianas entram em vigor no dia 1° de maio. A ideia do governo era que isso acontecesse um mês antes, mas "problemas técnicos" não permitiram.

 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.