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África

Prisão em França do líder da FLEC/PM, que reivindicou o ataque em Cabinda antes do CAN 2010

media Polícia angolana patrulha frente ao estádio Chiazi em Cabinda, 11/01/2010. AFP / Issouf Sanogo

O cidadão francês de origem cabindesa Rodrigues Mingas, secretário-geral da FLEC/PM, foi detido provisoriamente nesta terça-feira em Paris e condenado a 4 meses de prisão efectiva, sob acusação de "associação de malfeitores, em relacão com uma iniciativa terrorista".

Rodrigues Mingas, que reside em França e adquiriu a nacionalidade francesa, reivindicou em nome das Forças de Libertação do Estado de Cabinda / Posição Militar, o ataque perpetrado a 8 de Janeiro de 2010 em Cabinda, contra o autocarro que transportava a equipa togolesa de futebol, que ía participar no CAN, ataque que causou três mortos (dois togoleses e um angolano).

Rodrigues Mingas indiciado pela justiça francesa em Dezembro, encontrava-se em regime de prisão preventiva desde o dia 13 de Janeiro, quando foi detido em sua casa pela polícia francesa, que confiscou os seus computadores, telefones celulares, bem como uma série de documentos.

Solenn Le Tutour, advogada de Rodrigues Mingas, afirmou à agência francesa de notícias AFP que a decisão de detenção provisória nesta fase do processo era “extremamente supreendente, face à sua fraca implicação no dossier”. Segundo a advogada, que vai interpor recurso, tal permite pensar que “antes de mais responde a considerações de política externa francesa”.
“Angola congratula-se pelo avanço do processo, disse à AFP Jean Reinhart, advogado de Angola neste caso.

Contactado pela RFI, o constitucionalista cabindês Mangovo Ngoyo, secretário para as relações exteriores da República Cabinda (governo no exílio), afirmou que este "processo é político, pois Angola precisava de um bode expiatório, para fazer calar a comunidade internacional".
Mangovo Ngoyo confirmou à RFI que Rodrigues Mingas foi condenado a 4 meses de prisão efectiva, que podem ser renovados ou reduzidos durante a instrução do processo.

A FLEC/PM é uma das múltiplas facções dos independentistas de Cabinda, uma cisão da FLEC de Nzita Tiago, de quem aliás Rodrigues Mingas foi secretário para a informação.
 

Martinho Lubango 19/01/2011 ouvir

João Matos ouviu o activista cabindês Martinho Lubango, coordenador do Fórum Liberal de Emancipação de Cabinda, que recorda que este processo é internacional, pois os familiares das vítimas togolesas acusaram além da FLEC/PM, o governo de Angola e a Confederação Africana de Futebol.

 

 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.