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França

França: Benoît Hamon soma pontos perante Manuel Valls

media Os dois finalistas da primária da esquerda Benoît Hamon (e) e Manuel Valls durante o debate a 25 de Janeiro de 2017. REUTERS/Bertrand Guay

As sondagens alegam que o antigo ministro da educação socialista, Benoît Hamon, foi mais convincente do que o ex primeiro-ministro Manuel Valls no único debate dos finalistas das eleições primárias da esquerda francesa realizado nesta quarta-feira.

O debate foi seguido por 5,5 milhões de telespectadores (menos 3 milhões do que o duelo da direita entre Alain Juppé e François Fillon) e difundido também na rádio pública com as sondagens a alegarem que para 60% dos entrevistados Benoît Hamon fora mais convincente do que o chefe cessante do executivo.

Valls fora o segundo mais votado no domingo passado, na primeira volta, com 31,4% dos votos com Hamon a obter pouco mais de 36%.

O terceiro mais votado, como Hamon um ex ministro que também batera com a porta do governo socialista, Arnaud Montebourg, alcançara 17,52% e veio dar o seu apoio a Hamon.

Este tem vindo a ser criticado por Valls pela sua defesa, supostamente irrealista, de um rendimento básico universal e pela sua concepção da laicidade onde, em nome da liberdade, não se oporia à utilização do véu islâmico, artefacto que o antigo primeiro-ministro alega ser sinónimo da servidão da mulher.

O antigo primeiro-ministro criticou também Hamon por este não ter votado por várias vezes o prolongamento do estado de emergência quando a França está a gerir uma série da atentados terroristas no seu território.

Um e outro prometeram, em caso de derrota, vir a apoiar o vencedor, porém aritmeticamente falando tudo leva a crer que Hamon, até pouco tido como de uma ala esquerdista minoritária do governo socialista, estaria com francas hipóteses de vencer o escrutínio no domingo.

Benoît Hamon frisou no debate da noite passada com o seu rival, Manuel Valls, antigo primeiro-ministro, a discordância de pontos de vista sobre a questão do trabalho.

Neste ponto tenho um desacordo importante com Manuel Valls. Penso que só opuseste aos estudos que existem hoje sobre os impactos digitais no trabalho a tua fé, a tua crença, que não haverá escassez de trabalho.
Ora, hoje constata-se que esta escassez de trabalho já começou e eu, pelo contrário, penso que mais vale antecipar um processo correndo o risco de errarmos amanhã, dando as ferramentas de direito a aqueles que têm disso um conhecimento hoje desta nova forma de trabalho.

 

O antigo primeiro-ministro socialista, Manuel Valls, defende a baixa dos impostos sobre as horas extraordinárias e defende o aumento do trabalho enquanto o seu rival, o ex ministro da educação Benoît Hamon, tem uma política visando reduzir ainda mais o horário laboral.

Estou convencido de que o trabalho não vai desaparecer, está é a mudar.

Ele está em mutação e nós devemos é acompanhar esta mudança.

O que não quero é uma visão alegando que, ao fim e ao cabo, o trabalho está a desaparecer e que nos conformamos com isso distribuindo um rendimento a cada indivíduo.

Não, continuo a acreditar na necessidade de se ter um tempo de trabalho previsto pela lei e é preciso sempre defender essa ideia.

Aquilo que os franceses pedem é poder trabalhar mais, ter melhores qualificações, melhores formações por forma a enfrentar o desafio do emprego.
 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.