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França

Emmanuel Macron apresentou o programa de campanha

media O candidato do movimento "En Marche" anunciou o programa de campanha esta quinta-feira, 2 de Março. REUTERS/Christian Hartmann

Emmanuel Macron apresentou, hoje, o seu programa para as eleições presidenciais francesas. As seis prioridades do candidato são o reforço da segurança interna e externa de França, a modernização da economia,  a promoção da “sociedade do trabalho”, o ensino, uma “renovação democrática” e o relançar da Europa.

Além de apresentar seu o programa, Emmanuel Macron aproveitou para acusar os rivais François Fillon e Marine Le Pen, envolvidos em escândalos de alegados empregos falsos, de “atacarem deliberadamente o Estado de direito”.

Emmanuel Macron propôs, assim, uma "grande lei de moralização da vida pública" e quer que os deputados sejam proibidos de contratarem familiares.

O candidato do movimento "En Marche!" quer reformar, em dez anos, o sistema de pensões, com regras idênticas para os sectores público e privado, e acabar com os regimes especiais, nomeadamente os dos parlamentares.

Em termos da Defesa, Macron defende a criação de um estado-maior permanente junto da presidência da República para operações de segurança interna e luta contra o terrorismo. Ele promete, ainda, o recrutamento de 10.000 polícias e guardas suplementares e quer desmantelar as associações que "ataquem a República ao abrigo da religião". O candidato promete “tolerância zero” num país onde a ameaça terrorista persiste.

No que toca ao meio-ambiente, Macron diz querer fazer de França a “líder mundial da investigação sobre a transição ambiental” através da concessão de facilidades aos investigadores estrangeiros e através da luta contra os pesticidas. O antigo ministro socialista propõe, também, um plano de investimento público de 50 mil milhões de euros para a transição ecológica e energética, para a formação, para a saúde, para a agricultura, para os transporte e para a modernização da administração pública.

Além disso, quer criar um “fundo para a indústria e a inovação” de 10 mil milhões de euros para financiar o que chama de “indústria do futuro”.

No campo da educação, Emmanuel Macron promete o recrutamento de 4.000 a 5.000 professores, ainda que globalmente pretenda suprimir 120.000 postos de funcionários públicos.

O candidato também defende o fim do imposto sobre a habitação para 80 por cento das famílias e quer dar incentivos financeiros às empresas que contratem nos bairros desfavorecidos.

Esta quarta-feira, uma sondagem do Instituto Opinionway indicava que, na primeira volta das eleições presidenciais, Emmanuel Macron reuniria 24% das intenções de voto contra 26% para Marine Le Pen. Depois, surge François Fillon com 21%, o socialista Benoît Hamon com 15% e Jean-Luc Mélenchon com 11%.
 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.