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França

Candidato da direita Fillon abandonado pelos seus

media François Fillon, candidato da direita, na tormenta, com vozes pedindo o seu afastamento da corrida às presidenciais em França REUTERS/Jean-Paul Pelissier

Continua a debandada nas fileiras de campanha do candidato da direita às presidenciais de abril em França, François Fillon, pressionado de todos os lados, a abandonar a corrida, após ter sido convocado pela justiça no caso de empregos fícticios à esposa e filhos.

Tempestade shakespiriano lá para os lados da equipa de campanha do candidato da direita, François Fillon, que perde os seus principais homens, depois que foi intimado pela justiça num caso de crime de peculato, envolvendo mulher e filhos, que beneficiaram de empregos fictícios, ao tempo em que era primeiro-ministro.

Há uma deserção nas suas fileiras, nomeadamente, o seu porta-voz, Thierry Solers e o director de campanha, Patrick Stefanini, entre outros, que abandonaram o barco dizendo já não haver condições para François Fillon, permanecer na corrida.

Quando já há quase unanimidade em torno de Alain Juppé, para substituir, Fillon, este apela os seus apoiantes a manifestar no domingo, 5, na Praça dos direitos humanos do Museu do homem, em Paris, contra a justiça, que o convocou para ser ouvido no caso dos empregos fictícios.

François Fillon, em declarações ao jornal Le Figaro afirma que só o vencedor das primárias da direita e centro tem hoje toda a legitimidade para concorrer às presidenciais, apelando os seus apoiantes à resistência, manifestando no domingo.

Esta noite, num comício, em Aubervilliers, arredores de Paris, François Fillon, vai continuar com esta linha de defesa, tentando galvanizar as suas tropas.

Mas já quase ninguém acredita, que ele fique na corrida e há cada vez mais vozes, reclamando a pessoa de Alain Juppé, antigo primeiro-ministro, a substitui-lo, como forma até de a direita, poder ainda ganhar as eleições presidenciais.

Fillon, pedia ontem num vídeo, na sua página Twitter, aos seus apoiantes a "resistir" e não se deixarem "enganar ", apostando em reunir 40 mil a 45 mil pessoas na manifestação contra juízes manipulados pelo poder político.

De notar, porém, que mesmo que François Fillon, seja processado neste caso de crime de peculado, nada na legislação eleitoral francesa, o impede de ser candidato às presidenciais. Nem Fillon, nem a candidata da extrema-direita, Marine Le Pen, ela, também, envolvida em casos de empregos fictícios e anti-semitismo.

Mas, a realidade, é que no campo da direita, com a sua queda nas sondagens, os apoiantes de Fillon, reclamam agora uma candidatura de Alain Juppé para salvar a família da direita republicana.

Alain Juppé, fez saber, através de apoiantes, que só avançará se Fillon se retirar de "vontade própria" e se obtiver um apoio "unânime" do seu partido, os Republicanos.

Enquanto isso, uma sondagem, do Odoxa-Dentsu Consulting, para a emissão "13h15 Dimanche",  de France 2 coloca, à frente e pela primeira vez, o candidato da esquerda social-liberal, Emmanuel Macron, com 27% dos votos, Marine Le Pen, que vinha liderando, agora em segundo lugar, com 24 por cento e François Filon, em terceiro lugar, com 19%.

Mas na eventualidade duma entrada na corrida de Alain Juppé, ele passa a liderar a sondagem, (também pela primeira vez) com  26,5% dos sufrágios, seguido de Emmanuel Macron (25%) e Marine Le Pen, que vem liderando todas as sondagens, eliminada logo na primeira volta com 24% dos votos.

A ver vamos !

João Matos sobre presidenciais francesas 05/03/2017 ouvir

 

 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.