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França

François Fillon formalmente acusado de uso indevido de fundos públicos

media François Fillon, candidato às eleições presidenciais. 4 de Março de 2017. REUTERS/Philippe Wojazer

O candidato presidencial francês, François Fillon, foi hoje formalmente acusado de uso indevido de fundos públicos, contrapartida financeira do uso indevido de fundos públicos, cumplicidade no uso indevido de fundos públicos e declaração incorrecta de rendimentos.

 

François Fillon tinha prometido abandonar a corrida às eleições presidenciais se fosse formalmente acusado mas voltou atrás. Hoje, a procuradoria para crimes financeiros acusou Fillon de uso indevido de fundos públicos, contrapartida financeira do uso indevido de fundos públicos, cumplicidade no uso indevido de fundos públicos e declaração incorrecta de rendimentos. O candidato às presidenciais do partido Os Republicanos diz-se vítima de um “assassínio político”, declarando-se como “um rebelde que o sistema não conseguirá travar”.

Antes de a campanha começar, apresentava-se como o arauto da exemplaridade e defendia que para governar um país era "preciso ser irrepreensível". Agora, a cerca de 40 dias da primeira volta das presidenciais, as revelações comprometedoras sucedem-se em catadupa nas páginas dos jornais franceses, sobretudo no Le Canard Enchainé, e a justiça indiciou-o de várias acusações ligadas aos alegados empregos fictícios da mulher e dos filhos.

Primeiro, foram as notícias que a esposa teria auferido 830.000 euros como assistente parlamentar mas que nunca teria ocupado o cargo. Depois, foram os 100.000 euros que ela teria ganho como freelancer na Revue des Deux Mondes, um posto que também suscitou dúvidas.

Entretanto, surgiram as revelações que os filhos teriam igualmente ganho 84.000 euros como assistentes do pai no Senado quando ainda eram estudantes. Algo que suscitou o interesse dos investigadores porque grande parte desse dinheiro foi depois transferido para a conta do pai.

Este fim-de-semana, foi, ainda, revelado que Fillon teria recebido fatos de luxo no valor de 48.500 euros de um amigo.

De acordo com a legislação francesa, a investigação  da justiça será suspensa durante o mandato presidencial, caso Fillon vença as eleições. Um cenário afastado pelas sondagens, segundo as quais a segunda volta será entre Marine Le Pen, a candidata da extrema-direita, e Emmanuel Macron, o antigo ministro da Economia de François Hollande.

 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.