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Violação sexual de Hollywood à Europa e anos negros da Argélia

Violação sexual de Hollywood à Europa e anos negros da Argélia
 
Capas de magazines news franceses de 21 de outubro de 2017 RFI

Abrimos esta Imprensa semanal, com L'OBS, cuja capa é Assédio sexual, silêncio, viola-se. Um título inspirado no escândalo, Harvey Weinstein que provocou uma onda de choque em Hollywood e soltou línguas, com denúncias de dezenas de actrizes víitimas de agressão sexual.

Em França, também, actrizes denunciam actos de assédio. Juliette Binoche tenta empurrar um milionário que a assedia: "já não estamos no século XIX, quando as actrizes eram prostitutas na alta sociedade". Uma influente produtora repreende-a: "Mas, minha querida Juliette, concerteza, que sim, ainda estamos no século XIX !

"Uma actriz, nunca diz NÃO, a um homem poderoso". A cena é fictícia, tirada do último episódio de "10%", série de sucesso que conta a vida de um agência de estrelas, nota L'OBS.

Noutra passagem, L'OBS, abandona a ficção e entra no mundo real, citando Mickaël Chemboul, motorista, em Cannes, durante 6 anos do produtor predator americano: "Weinstein, mandava-me ir buscar-lhe meninas".

"Vi muitas delas sairem do hotel a chorar, sapatos nas mãos; e eu não disse nada. Eu não sabia o que se passava na intimidade. Eu sabia apenas que ele era odioso com todo o mundo, despedia empregados por uma coisinha de nada...", sublinha o motorista de Weinstein, que visitava Cannes todos os anos.

Desde 13 de outubro, prossegue L'OBS, milhares de mulheres francesas denunciam nas redes sociais assédios sexuais de que foram vítimas. Nas suas contas Twitter, Julia Molkou, escreve: "animador-produtor de televisão a quem eu disse não, replicou: tu não trabalharás nunca mais putinha! Nunca mais, percebes?"

Giulia Foïs, escreve, do seu lado, "um chefe de redacção, duma grande rádio, encurrala-me num pequeno corredor e agarra-me pelo pescoço: um dia vou-te comer, queiras ou não", sublinha L'OBS, neste seu especial assédio sexual.

Mudando de assunto, L'EXPRESS, faz a sua capa, com Nova Iorque, a rebelde. Apesar da sua riqueza insolente, a megalópole continua refractária à ordem. Sempre na vanguarda e em perpétua reinvenção, Nova Iorque, é o laboratório da contestação e de novas tendências.

Entre duas cenas de cabaré, Loyal, regressa ao palco e conta uma história louca: "é a história de um gajo racista, misógino e xenófobo que entra num bar... vendo-o chegar o barman, pergunta-lhe:"então senhor Presidente, o que é que quer beber?"

Está-se, pois, em Nova Iorque, a cidade que nunca dorme, como canta Franck Sinatra, em The city that never sleep, mas a cidade, também, que nunca se cala. O seu presidente de câmara municipal, Bill de Blasio, que não gosta nada de Donald Trump, declarou: "Que vergonha de presidente! Adoro Paris", nota L'EXPRESS.

Na sua página Ideias, Macron saberá reparar a França?, pergunta num artigo de opinião, o jornalista e politólogo, Alain Duhamel, no L'EXPRESS. Será ele o terapeuta providencial do mal político francês?.

É verdade que em um ano a sua trajectória meteórica, totalmente atípica, absolutamente imprevisível, deitou abaixo todas as regras tradicionais, atravessou clivagens clássicas, desmentiu prognósticos e certezas.

Mas, com isso, apagará ele as patologias políticas francesas? Certamente, não. A França foi durante 2 séculos o paraíso da política, hoje tornou-se no purgatório, sublinha, Alain Duhamel nas páginas do L'EXPRESS.

Por seu lado, LE POINT, dedica a sua capa à verdade sobre o açúcar, à luz das últimas descobertas científicas. Inimigo público número um, os médicos chamam-na a "outra droga branca".

O açúcar em demasia na alimentação dos franceses provoca uma autêntica razia. Tem todos os critários de uma substância tóxica, duma droga", afirma o Dr Robert Lustig, especialista de endocrinologia pediátrica, ao magazine LE POINT.

Em relação à África, a JEUNE AFRIQUE, faz a sua capa, com Argélia, os demónios de uma década negra.

A fractura entre defensores e adversários da política de reconciliação nacional, levada a cabo desde 1999, continua aberta.

A oposição denuncia uma instrumentalização dos dramas deste decénio com o presidente Bouteflika a meter medo aos argelinos e exercendo uma chantagem à estabilidade.

Nas redes sociais, internautas criticam o poder que quer reescrever a história  atribuindo unicamente a Bouteflika o mérito de ter vencido o terrorismo e reinstarado a paz no país.

A polémica é tal, que o primeiro-ministro, Ahmed Ouyahia, teve de relativizar as coisas. Famílias de vítimas do terrorismo indignam-se, sublinha JEUNE AFRIQUE.

Enfim, LA LETTRE DE L'OCEAN INDIEN, que sobre Moçambique, se refere, a Patrick Canton, director comercial internacional da Bouygues energia e serviços, que monta em Maputo a empresa O Delfim, especializada em assessoria e gestão empresarial em parceria com moçambicanos, como Francisco Xvier, Rui Jorge de Sousa ou Amaro Quintas Alves;

Referência igualmente, ao ex-governador do Banco Central de de Moçambique, Ernesto Gouveia Gove, que se reconverte ao sector agrícola criando em Maputo a empresa C&N Farms, suposta promover projectos agrícolas. Com ele, trabalha a esposa e filhos.

Ernesto Gove, foi demitido das suas funções pelo presidente, Filipe Nyusi, no seguimento de revelações relacionadas com um escândalo de empréstimos escondidos, sublinha, LA LETTRE DE L'OCEAN INDIEN. 


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