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Défice comercial francês e queda da Bolsa de Paris

Défice comercial francês e queda da Bolsa de Paris
 
Primeiras páginas dos jornais franceses de 7 de fevereiro de 2018 RFI

As primeiras páginas dos jornais  franceses apresentam-se diversificadas entre temas de sociedade, comércio, finanças ou a guerra no Afeganistão e os problemas do presidente sul-africano, Jacob Zuma.

LE MONDE, titula, porque é que o défice comercial francês dispara. Segundo números publicados, ontem, o défice comercial atingiu 62 mil e 300 milhões de euros o ano passado, uma subida de 28,9% em relação a 2016.

A subida dos preços do petróleo fez disparar a factura energética em 2017. A recuperação económica explica também a degradação do saldo de comércio externo. A França continua a perder espaço de mercado tendo feito 3% de exportações mundiais em 2016, contra 4,7% em 2016, sublinha LE MONDE.

Há que recear uma nova crise financeira?, pergunta por sua vez, em título, LE FIGARO. A maioria dos especialistas quer ver na queda dos mercados bolsistas uma correcção dos excessos destes últimos meses, mas certas vozes alertam para a iminência duma crise.

À imagem das praças financeiras europeias e asiáticas, a Bolsa de Paris perdeu 2,35% na terça-feira, a seguir a queda de Wall Street na véspera. Este movimento brutal foi desencadeado pelo receio de uma alta mais rápida e mais importante que previsto das taxas de juro nos Estados Unidos, devido a um relançamento da inflação.

Tendo em conta o nervosismo dos mercados , a paragem progressiva pelos bancos centrais da sua política monetária muito cómoda torna-se um verdadeiro quebra cabeça para as referidas instituições bancárias, sublinha, LE FIGARO.

Educação, o mito do pai perfeito, titula, LIBÉRATION. Escutar as suas crianças e negociar com elas inscrevem-se na tendência de parentalidade positiva que inclui organização de estágios para os pais ultrapassados pela gestão de problemas e caprichos dos filhos. Progresso ou ilusão? A resposta à pergunta do LIBÉRATION, vem no seu editorial: impossível determinar com precisão pelo que há que confiar nos pais.

Cultivemos a utopia, é o principal título do L’HUMANITÉ, que faz um historial desde Thomes More até às utopias realistas e as suas teses de que a felicidade não tem métricas ou existem fossbilidades de formas económicas não capitalistas.

Em relação à actualidade internacional,  no Afeganistão, a guerra quotidiana, é o principal título do jornal LA CROIX. 4 anos após a retirada do essencial das forças da NATO, o país está mergulhado na violência terrorista. Em Cabul, a capital, as pessoas sobrevivem debaixo da ameaça, enquanto a violência se generaliza pelo país inteiro, nota LA CROIX.

Por seu lado, LE MONDE, refere-se ao acordo de coligação entre Merkel e Schultz na Alemanha. Após uma última noite de negociações Angela Merkel e Martin Schultz conseguiram chegar a um acordo que detalhado da politica governamental que querem para os próximos 4 anos. Mas o acordo de coligação deve ser agora submetido aos militantes do SPD, um voto, que ainda não está garantido, nota LE MONDE.

Enfim em relação à África, LE MONDE, destaca o fim do reinado caótico de Jacob Zuma. O presidente sul africano, fez fracassar a nova tentativa duma facção do ANC que quer a sua demissão. Jacob Zuma é mais temível quando está em situação de perigo.

O presidente sul-africano, em 48 horas, neutralizou uma nova tentativa para o obriugar a demitir-se, quando o seu poder é cada vez mais frágil por causa nomeadamente de numerosos escândalos que o ameaçam e que podem desembocar no tribunal.

A África do sul, acreditou ver chegar a hora da queda de Zuma, com uma reunião de urgência do ANC, onde devia ser encostado à parede antes do seu discurso à nação no parlamento, mas nem uma coisa nem outra.

Zuma não foi destituído, mas o discurso à nação foi adiado 'sine die' com receio de violência entre a ala Zuma e a ala Ramaphosa. Aliás houve disparos entre os dois campos em frente à sede do partido em Joanesburgo, por ocasião da reunião do ANC, nota LE MONDE.

 

 


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